domingo, 10 de janeiro de 2016

Wanderful world

Sigo meu caminho pela velha estrada
Paro nos sinais ouvindo meu rock
Olho pro lado bom da vida
E para o lado escuro puro punk.

Não vejo sentidos onde sigo
Não vejo destinos no caminho
Sigo apenas o cheiro amargo
Que na vida me diz algo vergonhoso.

Eu não enxergo nessa escuridão as estrelas
Eu não posso toca-lás de tão distante
Como posso não enxergar minha bela
Estrela sobre tudo brilhante?

Pensando sempre onde vou chegar
Por essa estrada que olho pro céu
Querendo tocar minha estrela a brilhar
Mas é cada passo que dou a distância só me leva ao léu!

Eu jamais poderei deixar que meu caminho se apague por falta do teu brilho!

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Maracatu

Vento que se vai ao Sul
Anda onde eu jamais pisei
Nessa terra de ciranda
Entre ventre de passos
Sussurantes clarins de triângulo
Suítes de sertão vertente
A felicidade em pessoa tem nome.

Fervor fundido em suor
Este ser eloqüente
Retirado do aço com louvor
Registrando na sanfona
Em plano Sol sua beleza
Indiscreta como música
Ressoante como timbre do sertão
A liberdade de todo ser!

Sempre terá sua vida
Independente das feridas
Levantando ao sol
Várias glórias rodadas
Ao dizer forró mulher!

Uma homenagem a uma amiga.

Marcelo Cardoso Nascimento.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Uma gota

Feche seus olhos anjo
Enquanto você não sai desta queda
Deixe que sua ressurreição
Seja sua nova vida.

Abra suas asas e plaine sobre o ar
Suba novamente ao céus
Não deixe minha escuridão te levar
Mais uma vez ao inferno.

Anjo olhe o tempo ja está acabando
As gotas que caiem da ampulheta
Derramam todas as lágrimas do peito
Onde não sinto mais meu coração pulsar.

Feche seus olhos e se imagine
livre de toda escuridão amarga
Pois o tempo que você teve
Já se foi e só lhe resta uma gota.

Marcelo Cardoso Nascimento.

sábado, 28 de novembro de 2015

Fecho meus olhos

Novas emoções eu já não sinto
Dentro do meu peito só resta a dor
Que queima todo sangue viscoso
Mesmo que eu corra de pavor.

Eu jamais saberia para onde ir
Só não desejo estar aqui preso
Dentro de mim mesmo e fingir
Que nada e verdadeiro.

Eu ja não durmo algum tempo
Abro meus olhos para mais uma chance
Tentando não acabar dentro
De um buraco cheio de sangue.

Procurando por algo aqui
Dentro que me lembre todos
Os sentidos de existir
Ou que possa fechar meus olhos.

Marcelo Cardoso Nascimento.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Ausência

Luzes quase por se apagar
Em noite escura sussurrante
Eu sinto toda ausência do ar
Sufocando todo desejo indecente.

Parem as chamas que consomem
A luz do céu negro e brilhante
Parem as chamas que consomem
Meu coração sem luz está noite.

Dai-me um copo de sua vodka
Tenho que beber a eternidade
Para que tudo desta noite não seja
Morta dentro do vazio presente.

Não quero sobreviver sem a luz
Mas sinto que a escuridão me chama
Para sua vazia e pesada cruz
Entanto toda minha vida se esvazia.

Marcelo Cardoso Nascimento.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Prelúdio de um jardim

Dias se vão como plumas
Ao longe voam sem parar
Não sabe se ao certo está
Interpretando de sua leveza
És seu caminho de paz
Linda esvoaçante negro
Luz que aqui se pôs
Em prelúdio com o alvorecer.

Florecendo o campo de
Rosas com um sorriso és
Olhar tímido que segue
Iluminando todo jardim
Subistituindo tristezas em flor.

Marcelo Cardoso Nascimento.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Fraco!

Eu não sei o que e sentir dor,
Mas a vida e cruel com todo meu pensar.
Eu nunca pensei que tudo fosse nada por,
Ser só um nada.

Eu posso sentir toda dor do mundo,
Mas ela e superável quando eu senti a verdadeira dor.
E nada vai fazer-me sentir como águas do pó,
Eu não queria derrama-lás mas as vejo ir em ardor.

Tudo que eu senti foi quebrado com o tempo,
Tudo que eu pensei foi perdido.
Simplesmente violento,
Foi tudo que tive inutilmente sentido!

Mas na verdade nunca foi assim,
Me sinto como um fantasma nesta vida.
Queria que eu nunca tivesse existido no fim,
De nossas vidas que deixei fugir em uma verdade!

Marcelo Cardoso Nascimento.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Viúva Prisão

Por dentro um cheiro podre fétido
Arrogante viúva morta.
Por fora um lindo rosto veludo
Elegante exalar de vaidade.

Segue um caminho inquieto
De serpentes e venenos indigestos.
Sorridentes de Branco os sentidos
Involuntários no obscuro gemido.

Viúva fenecida ainda bate aqui dentro
E não me deixa mais sair da prisão.
Donzela de vento que me leva do tempo
Foge de mim como um tufão.

Por dentro um espécie de amor,
Pôr fora todo sentido nulo.
Todo sorriso com rancor,
Por dentro todo simples vazio.

Marcelo Cardoso Nascimento.

domingo, 23 de agosto de 2015

Encontro

Será que o tempo poderá me conceder
A sabedoria de me conhecer de verdade
De meus pensamentos estancar dentre
Todas as cicatrizes que não deixei transparecer.

Sei que o pior perdão não é aquele que você me deu
Será o que eu tenho que ter na verdade
Todo o perdão que poderei conceder a mim mesmo
Ate o dia que eu me encontrar novamente.

Mas do tempo eu tenho um coração
Machucado olhando para as portas do céu
Definhando minha mente dentro dessa devassidão
O mais puro branco vazio meu.

No dia que tudo isso acabar
Poderei dizer que me encontrei
E poder enxergar novamente o olhar
Que a muito perdi em meu ser.

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Concreto!

Vejo pela janela meu braço magro e minha mão cansada
Minha sede de liberdade meu descanso calejado longe do mundo em um lugar só é feliz.  Não penso muito em luxos, mas quero paz de espírito, desejo remover sentimentos entre as entranhas do meu ser,
Que o mal as leve para outro lugar, todo ódio que aqui se deposita,
E o que penso pra reencontrar a paz apenas levar um livro, um caderno e uma caneta esse seria o sonho perfeito viver distante em um lugar
Onde os olhos jamais viram beleza intocada. Eu não quero muito só quero meu lugar perto de Deus mesmo que isso signifique solidão,
Quero a paz que a muito eu perdi e não sinto mais e parte dela eu já consegui buscar...

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Até amanhã!

Na noite escura enclausurado eu tenho
Uma questão impulgente
Que devasta toda minha carne em sufocos
Amargos de modo indecente.

Não sei bem o que pensar sobre ela
Más sinto que o meu ar já não respiro mais
Seria pelo simples momento afã
Entre a dúvida psicose ou as realidades?

Só espero não sentir mais meu sangue
Espirrando pelos buraquinhos do meu coração
Ou mesmo meu cérebro apodrecendo-se
No transparente veneno ilusão.

Minha angústia e não saber o que fazer
Ou simplesmente ficar de ataduras nas mãos
Esperando o tempo se desfazer
Até que tudo simplesmente não terá chão!

Marcelo Cardoso Nascimento.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Azul com cinza

Deixo tudo como está
Penso que o azul e maior que o mar
Entre a maré cinza
Eu vou deixar o tempo me levar.

Que todo caminho cure
Todas as feridas que causei
Mesmo que não dure
Toda areia de ampulheta, que no vidro pintei.

Ou talvez desejo poder no tempo voltar
Com palavras ditas do coração
Mas deixo tudo por assim ficar
Vendo o Branco invadir com ilusão.

O azul com cinzas a soprar
Ser levado pelo vento
Assim como a mente a evaporar
Todo o meu bagunçado pensamento.

Marcelo Cardoso Nascimento.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Só me deixe ser você!

Eu sei que tudo que você fez,
Era tudo para nós, desculpa-me
Mas eu sei que errei mais uma vez
Perdoa-me meu amor não eh!

Eu sei que não sou perfeito mas
Eu te amo de mais, ou
Realmente desculpe-me
Mas me deixe te fazer feliz

Cristiane você e realmente meu amor
Pois Cris você é meu amor
Que se vai o mundo mais sem você eu não vivo
Mesmo que eu não sei mais o que é o mundo?

Eu que não sei ser humilde
Mas eu largaria tudo por seu amor
Pois meu coração ficou sendo teu sempre
Cris você é sempre meu furor!

Eu que não quero viver sem mais você
Posso até. Te encontrar em outra ocasião
Eu sei que te amo eu me afasto por você
Eu preciso me aceitar como você Cris.

Marcelo Cardoso Nascimento.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Olhos aprisionados

Eu vejo nos teus olhos tristes
Toda dor desta prisão
Eu sinto toda angústia que você sente
Nessa doce ilusão

Eu conheço tua sede por liberdade
Eu me sinto como um coelho
Preso na mesma insanidade
Procurando por um caminho liberto

Eu ainda vejo em teus olhos tristes
A compaixão com quem lhe aprisiona
Mas não possuo as mesmas cicatrizes
Guardadas na nossa memória

Quando olhamos para céu percebemos
Que estamos presos em nós mesmos
Enlouquecendo dentro de nossos
Próprios fenecidos sonhos.

Marcelo Cardoso Nascimento.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Não sei ainda

Quando vejo da janela tudo o que eu sinto em você
Eu penso em toda nossa vida já vivida.
Mas quando o pensamento fica distante,
Eu vejo toda minha desconfiança abalada.

Vejo lágrimas verdadeiras caírem no ar
Quando a distância aperta o coração.
Então pergunto-me porque não acreditar?
Em tuas lágrimas de afirmação.

Os sentimentos são verdadeiros eu sinto-os
As lágrimas que caem são a mais puras
As palavras são me ditas sem gracejos,
Más não consigo sentir confiança nelas.

Meu coração calejado teme não ser verdade.
Toda palavra por ti já proferida dizendo,
Que toda a palavra dita e verdadeiramente
Nosso eterno sonho despojado.

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 3 de março de 2015

Que o sol não durma sem a minha morte

As poesias pulavam de mim, como se flutuavam ao redor do mundo.
Mas o sol está se pondo todas as noites, e eu nem morto estou, mas precinto a falta de palavras expurgando minhas decisões constantes.
Meus vícios em recomeços alucinantes, desejos proibidos em vida maliciosa todo o desprezo por loucuras.
Todas as dúzias de frases interlocutadas em dicionários que não li...
É o mais inerente quando escuto toda sua voz me pertubando, são as horas que mais sinto conforto depois de horas aprisionado nessa prisão sem sol.
Dai-me uma arma e crave no meu imo, o seguinte dizer: Eu jamais vou ser o que pretendo ser, pois já fui o que não deveria ser!

Marcelo Cardoso Nascimento.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Para Cristiane Yurie

O caminho chegou ao fim de repente
Quando me encontrei no teu olhar
Eu percebi que tudo que eu deseja-vá vem de dentro você
E acabo pensando nos meu votos em que vou palavrear.

Já imaginei como seriam nossos filhos
Em não perder mais nenhum tempo longe de ti
Com toda beleza que encontro no teu rosto
Eu não consigo descrever tudo de si.

Então veio a realidade por horas e pensei
Que de fato um novo caminho deve ser percorrido
E junto contigo eu jamais saberei
Que a eternidade do teu lado e um curto tempo.

Mas queria te dizer como me sinto quando te vejo,
Quando te sinto, quando te beijo, quando acordo
Com teu olhar bem pertinho, isto e só um trecho
Do que quero te contar em um breve futuro.

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Minhas últimas palavras

Quando errei eu jurei
Nunca mais errar com ninguém,
Mesmo tentando andar no caminho correto eu errei
E mais uma vez eu magoei alguém,
Não feri só a mim mesmo que por ti chorei
Mas feri toda esta porcelana límpida a quem,
Eu jamais poderia machucar,
Mas acabei fazendo-a chorar.

Eu tentei me desculpar todos os dias,
Mesmo que tudo isso seja só o inicio do futuro
Eu só quero que todas as estradas vazias
Me levem ao meu próprio pesadelo escuro,
Para que eu possa enxergar em você todas as avarias
Que deixei nesse meu mundo raro,
Eu sei que toda fragilidade incide,
E que tudo isso só nos divide.

E meu caminho foi perceber o quanto,
Eu deixei meu coração seguir só
E não percebi o quanto você foi quebrando,
A ponto de todo seu amor virar pó
Hoje sem a boneca branca ao meu lado,
Eu vejo que tenho que ter dó
Da pessoa que não soube cuidar do teu simples amor,
E deixou mais uma vez tudo se tornar dor.

Eu gostaria de ser uma palavra em tua mão,
Mas eu peço desculpas por não ser
A pessoa que você possa confiar teu coração,
Enquanto em mim você não puder ver
A confiança de um sentimento além da paixão,
Era tudo que eu pensei que poderia ter,
Mas peço-te por uma ultima vez desculpas
Por não ter feito tudo as claras.

Essas são as últimas linhas na quais escrevo,
Todo o fim que sinto a espreita vagar
Dentro do meu vazio e imperfeito peito que observo,
Toda a tristeza que eu lhe trouxe a levar
Toda lagrima que não pude impedir do teu rosto,
Rolar por um caminho a evaporar,
Hoje digo que com meus erros me arrependi
Em magoar-te com tudo que contigo aprendi.

Marcelo Cardoso Nascimento.

sábado, 30 de agosto de 2014

Sábado, 30 de agosto de 2014

O que se dizer do tempo quando se está só?
Vendo que o mundo girar em linha reta seguindo
as curvas do universo situando o corpo nulo
Sinto que tudo e como se já estivesse no passado
Pois mais um dia se foi e eu no passado o que fui?
Sinto que já perdi todo meu tempo sem lugares ou sonhos que nunca descobri...
E em dias como este penso que escrever faz bem para minha alma
Que olhar nos olhos e mais do que pronunciar declarações ou mesmo
Esboçar palavras vazias de conteúdo Tentando entender o mero detalhe
De como viver a verdade!

Marcelo Cardoso Nascimento

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Chuva de novembro

Toda vez que viajava pro seu lar
Escutando a chuva de novembro tocar
Eu pensava que tudo seria sonhar
Um dia sempre do teu lado acordar.

Desenhava pingos na janela embaçada
Vendo que a hora já chegava
Que no meu amor eu ia dar uma chamegada
Era tudo o que eu queria na ultima parada.

Eu sonhador de mais pensava no futuro
Mas meu destino foi deixar você voar
Sem minha aliança no dedo
Por um mês pensei se podia voltar.

E hoje eu vejo que na chuva de novembro
Eu não estarei mais com você
Que o seu lar já virou passado
Pois minha ultima parada hoje e o sorriso em outra face!

Marcelo Cardoso Nascimento.

sábado, 19 de julho de 2014

Bolo de arroz

Um copo de arroz...
E eu já penso em voar
Um copo de leite...
Sinto que sou um atroz
Três ovos...
Tudo e um simples deleite
Um copo de açúcar...
Sentir todos os ventos
Um e meio copo de óleo...
Sentir a nunca ficar
Uma pitada de sal...
Mas nesta vida tudo e corpóreo
Coco e queijo ralado agosto...
Vejo que tudo isso não e mal
Uma colher de fermento...
Sei que de muito e desejo
Mas só eu sinto este sentimento.

Mesmo que a vida seja só um preparo

Eu deixo descansar o branco sonho por cinco horas
E vivo ate bater todos os sentidos ingredientes
Como se a vida me despeja-se em uma forma untada e pré-moldada
Passando por este sol que nós assaria sem ser clemente!

Marcelo Cardoso Nascimento.

Coragem

Quando escuto som de violino
Eu penso em toda chuva que cai
Mas paro e penso em quanto
Você foi forte em plena água que se vai.

Mesmo corpo que de um violino
Você foi violenta como zumbi
Eu jamais imaginei que tudo fosse desejo
De sentir do que eu sou feito como se.

Eu não enxerga-se tudo isso,
Eu sentiria que um dia você faria
Toda vontade contida no teu imo
Mesmo que fosse minha avaria...

Eu admiro você Porcelana frágil
Por mais que seja branca assegurar
Que eu não me destrua só e viril
Como se eu sou em plena força a levar!

Marcelo Cardoso Nascimento.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Sentidos

Carro de lata
Avião de papel
Cartas na aguá
Olhos no céu...

Cada passo com seu compasso
Cada marcapasso com seu ritmo
Cada vida ditada no que não posso
Citada em pleno colapso!

Marcelo Cardoso Nascimento.

domingo, 13 de julho de 2014

Memoria

Toda lagrima que caia do teu olhar
Será sempre nossa lembrança
Mesmo que não seja eu a chorar
E sim seja a tua lagrima no meu coração a evaporar.

Eu sei que por mais que o tempo passe
Eu nunca deixarei de te amar...
Serei como o ladrão que rouba uma face
Só pra te deixar feliz sem questionar.

Pois apenas atendo quem me ama
E nessa noite peço que faça te olhar
Mesmo se você dormir fora da cama
Eu me colocarei a te deslumbrar.

Toda lagrima que cai do teu olho
Será como toda minha memoria
Pois sei que quando eu morrer depois de velho
Ainda sim continuarei amando você na tua lagrima notória!

Marcelo Cardoso Nascimento.

sábado, 12 de julho de 2014

Infortúnio

Sempre que olho pra você eu
Sonho com toda beleza que o seu rosto
Me faça pensar mesmo que este pensamento seja alcançar o céu
E tudo isso me faz entender que o sentimento.

Nada mais e do que...
Você em mim eu sei!
Não sei o que você me diz que
Só sei que seu sorriso e tudo que eu sei...

Mesmo que pareça estranho todo teu sorrir
Eu não consigo parar de te olhar
Pode parecer loucura te sentir
Mas eu confesso tua beleza me só faz paralisar.

Eu sei que e meio fútil dizer mas
Teu jeito violino me enfraquece.
Mas mesmo o que quero dizer como o mar
E que sua beleza Heloísa Queiroz eu nunca vou deixar de enxergar-te!

Marcelo Cardoso Nascimento.

Teu olhar

Acho interessante como seus olhos
Abrem depois da meia noite
Só eu posso dizer que o melhor,
E enxergar teus olhos.

“Toda mais valiosa vida
E nessa noite espero que
Todo teu olhar seja
Apenas o que eu chamo!”

Te desejo somente pelo olhar
Porcelana Branca te ver
Cantar como teu passo em cada meu caminhar
Que te faz entender todo meu viver.

Apenas me ame!
Eu que sempre sonhei...
Amanhã, será nosso futuro eu te amo.
Pois eu te amo de verdade como nunca pensei!

Marcelo Cardoso Nascimento.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Liberdade?

Só queria estar dentro de um vidro
Imaginando como seria tudo se eu não
Tivesse ido até onde eu enxergo
Penso que seria tudo em vão.

Toda especie de valor, alegria, tristeza
Ou até mesmo alegria e sentimentos
Espero não estar errando na espera
Indo de contra todo os meus desejos.

Eu só quero entender porque meu mundo
Por mais estranho que pareça eu não possa
Fazer diferente das outras vezes na qual fui acometido
Tudo isso que eu quero que se faça.

E quando o vidro se quebrar de fato
Poderei ser livre de mim mesmo
Livre dos meus próprios pensamentos
Como palavras apagadas no vento!

Marcelo Cardoso Nascimento.

Doenças

Tudo que a vida me deu nunca
Se passou pela minha cabeça
Pois tudo que você imagina
Eu nunca pensei nada a respeito.
Pois na minha mente demente
Tudo e diferente!

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Pôr-do-sol

Tarde que finda repousa toda majestade
Observo montanhas de fogo ao anoitecer
Na companhia de uma viva felicidade
Eu vejo um astro se deitar quando outro dia amanhece.

Do alto de um paralelepípedo sinto
Todo amor que tu tens por mim
Eu vejo o céu queimar aqui dentro
Do meu coração enfim...

Então devaneio-me com toda beleza
Que não só vejo no findar da tarde
Mas quando toco todo o meu pôr-do-sol
E percebo que mais um dia já e noite.

E quando toda majestade ressurge do outro lado
Eu vejo que toda poesia ainda esta comigo
Caminhando ao meu lado e bailando
Como se fossemos um belo pôr-do-sol.

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Um instante

Ontem eu vi que o meu maior pensamento
Só me traz tristeza, dor, solidão...
Pois sei que em mim será somente sofrimento
Este sentimento que aos poucos mata meu coração.

Sei que e teu desejo ter sonhos
Mas mesmo que vier noites traiçoeiras
Este sentimento pode até me fazer chorar
Mas quero ver você realizar todos os teus sonhos.

Por isso escrevo esta poesia em plena solidão
Para tentar trancar dentro dela todo
Esse sentimento fora do meu coração
Que eu não quero dentro de mim me causando dor.

E com o tempo será a tua alegria que em mim reinará
Por todo tempo e por toda nossa vida
Que no fim de tudo eu possa sentir o eu te amo
Mas espero que nesse meu tempo não será...

Marcelo Cardoso Nascimento.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Minhocas

Minhocas vem escavando
Fundo a cada buraco dentro da terra
Rosa cheia de gosma em um mundo
Buracos profundos curvos funis
E quando achamos que as ideias acabam
Voltam as minhocas novamente
Embaralhando toda forma livre pensante
Minhocas, ideias ou adjetivos...
O que será de nós sem a duvida da escolha!

Marcelo Cardoso Nascimento

terça-feira, 24 de junho de 2014

Carta

Quando recebi tua carta eu me vi
Em meio ao diferente mundo antigo
Mas vi também meu sorrir surgir
Quando tuas palavras eu pude não somente ler.

Mas sentir toda a verdade ali presente
Foi como ver que a lua atava no meu quintal só pra mim.
Me desejando todo o seu amor fluente
Que ela me daria, me dedicaria todo seu amor sem fim.

Porcelana branca eu não sei o que dizer
Mas sei que você ilumina todo o meu
Alegre, tímido e distinto viver
Sei que para onde eu for você será o meu céu.

Por isso lhe envio esta carta dizendo
Todo o meu conhecimento de que o meu
Amor está contido nela somente pra você ler
Que meu amor por você e somente seu!

Marcelo Cardoso Nascimento.

domingo, 22 de junho de 2014

Tua resposta

Não há vela, lamparina ou fogueira, que possam iluminar o que há de mais precioso em mim, por você. As estrelas talvez cheguem perto. Perto. Mas nada exato. Exato é só aquilo que sinto por você, em um dia de sol, debaixo da lua cheia, olhando as estrelas ou de olhos fechados!

Heloísa Queiroz.

Meu dizer

Faz com que se a luz se apagar
Eu não precise te procurar
Pois sei que tudo que ha de você em mim
Eu já teria encontrado de luzes apagadas!

Marcelo Cardoso Nascimento.

sábado, 21 de junho de 2014

Lacônico

Caminho errante desviando meu ecoar pensante
Desejo no que eu realmente quero em mim
Obscura loucura tenho como frustrante
O meu errar longe de onde e o fim.

Caminhos cruzados distintos
Todos curvos sem lugares
Chegando em lugares onde não a destino
Revirando tudo que e moral ou prazer.

Vou desistir de despir-te sempre que anoitece
Porque arrependo-me tardiamente quando sonho
Essa vontade irrefreável que me controla a velhice
Um caminho antigo sem fim no fino pulso.

Desejo envolver-te em meu ninho carvalho
Que és tão ao longe de todo o meu caminho
Trilhado até hoje em um amor conciso
De curto sustentar ao longo do meu desalento.

Marcelo Cardoso Nascimento.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Calma

No ímpeto inóspito
Eu vejo a luz segregada
Tirando-me a vida no inatingido
Trazendo toda culpa.

A calma na minh'alma que sobrepuja
No meu intimo pulso exala
Teu desejo mais escuro que lavra
A mesma alma acalentada que se acalma.

Ainda contudo que eu quero
Sinto que ainda existes em mim
E perjuras no tocar de um violino
A mais bela atração sem fim.

Porcelana branca que descobres
O que significa ardência e furor
E mais branca porcelana branca si és
Quando se tornas um puro amor.

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Venenos

Quando me perco nos teus braços
Sinto toda a volúpia do teu corpo
E quando sinto teus beijos
Arrepio meu desejo em tê-lo.

Seu cheiro me vicia
Envenenando-me a alma.
Sua boca me excita
Onde, porém na morte o teu sorriso me acalma.

Desprendendo de mim todo sedento
Quando tua pele beijo, desejo
Rasgar tua roupa no silêncio escuro,
Pequena porcelana em meu mundo.

Seu toque delicado acaricia o meu salivar
Onde meu estralar de dedos em teu corpo,
Domina todo teu fugaz veneno
Que por dentro me consome até eu não poder aguentar.

Marcelo Cardoso Nascimento.

domingo, 15 de junho de 2014

Acabo-me

Imaginando todo teu ser na plena carne
Revolto todo meu ser no cerne ventre
Com toques, gestos, gritos e grunhidos
Em momentos de pleno arrepio.

Curvo toda minha força
Em giros fixos dentro do pensar
Como se eu não pudesse pecar
Com toda essa indelicadeza.

E quando tudo acaba quando e que se acaba
Acabo-me por duas ou mais vezes em você.
Entre vem e vais de perversidades amadas
Derreto todo teu corpo doce.

Entrelaçando todo meu suor no teu juízo
Perco minha alma para teu desejo
Amor selvagem, verdadeiro gracejo
Rasgar de carne dentro do teu beijo...

Marcelo Cardoso Nascimento.

sábado, 14 de junho de 2014

Estômago

Embrulhei o caráter
Vomitei o orgulho
Guardei a língua
O ardente lapidar.

O fervente ciúmes
O ego comum
Tudo no resto do mês
E só mais um.

Marcelo Cardoso Nascimento.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Pai do Mauro

Lá vem o trem...
Lá vem o pai do Mauro,
Da escola dava para ouvir
A brincadeira começar.

Adolescência cheia de gargalhadas,
Palhaçadas dos velhos amigos
Na tarde que tardava a passar,
Riamos mais do que estudávamos.

E quando o trem passava sobre os trilhos
Perguntávamos, e seu pai Mauro?
Pedro Amorim ressaltava as monocelhas
Que Mauro tinha cortado.

E quando tudo passava e o silêncio imperava
Mais uma vez vinha o trem.
Buzinando toda vez que passava,
E mais uma vez a brincadeira começava.

Marcelo Cardoso Nascimento.

Senhora Felícia

A vida que ata tardia Felícia
Tarda mas despreza,maltrata.
Onde não se tarda a malicia
Da jovem mal-amada raquitizada.

Dedos no tremulo olhar cético
Corrói a semelhança de uma vingança
Na mão branca de segurar apático
Em sua forma morta, doença.

Felícia amalgamada forte no desejo
Distorcida na palavra e correta
Na razão dentre ao seu ventre imo,
Pulsante esquizofrenia desamparada.

Envelhecida na madeira do carvalho
Lutas para o seu vingativo dia abordar
Mas que sua vida fique viva dentro,
De seu filho vingado quando há tua hora chegar.

Marcelo Cardoso Nascimento.

Porcelana Branca

Pequenina porcelana
Que desliza sobre os pés
Leve como espuma
Pequenina ao revés
Como se tudo fosse grande
Como de fato és
A tua alegria incontida,
No sorriso branco.
Na altivez da tua grandeza
De fato vai ganhando o mundo
Que pequeno se torna
Perto do teu desejo,
De seu pequeno frasco
Contendo seu perfume flor
Assegurando que nada se perca
Por ser tão grande o teu amor
Comprimido, apertado está,
Em um nome, nome Heloísa.rar.

Marcelo Cardoso Nascimento.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

.Rar

Está tudo bem eu vi no teus olhos
Que está tudo bem pra nós
Então vou para mais um dia
Alegre e triste entre nós.

Sei que tudo parece estranho,
Mas lhe digo que me sinto melhor
Porque eu sinto que no seu olhar
Que tudo e verdadeiro...

Eu sinto...
Verdadeira emoção
Quando faço tudo errado
Eu me vejo olhando em você.

E percebo que tudo que
Eu tenho e você...
Então descubro que a vida
E simplesmente você....

Marcelo Cardoso Nascimento.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Cismas

No teu pequenino olhar
Eu encontro a admiração
Abaixo meu olhar em vergonha
Da tua bela demonstração.

Gesto simples de afeição
Todos os dias que lhe vejo
Sinto mais perto da emoção
E mais longe do sofrimento.

E de novo vejo seu olhar
E de novo beijo seu pensar
E Quando lhe vejo devanear
Percebo que sou eu a te olhar

E quando encontro lagrimas
Ao ver-te esconder o rosto
Mas de novo me vejo nas cismas
Do teu singelo sorriso.

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Inconstância

Não sei se estou cansado ou se já cheguei ao fim da vida
Mas olho tudo que já fiz, será que vivi pela metade
Ou simplesmente não vivi nem a metade do carma?
Vendo tudo que hoje sou, só vejo um entrave.
Mas será que sou quem eu quero ser?
Tudo que os meus olhos enxergam e beleza
Tudo que meu coração sente são uivos
Estertores desfocados almejando saída
Será que um dia vou ser livre dos meus pensamentos?
Percebo que fiz tudo que foi errado
E onde desamparei minha alma?
Não senti o gosto do amor que eu queria sentir
Nem mesmo pude tentar fingir
Que eu fui amado por alguém,
Mas do que adianta dizer se nada vai mudar?
Quanto vejo a noite cair e mais um dia passar
Vou me deitar sem ter feito nada para mudar,
E quando o dia começa a despontar sinto
Uma vontade imensa de me afogar
Em toda aflição que sinto,
Em morrer por falta de opção!

Marcelo Cardoso Nascimento.

domingo, 25 de maio de 2014

Chuva de pétalas

Hipnotizado pela tua trilha sonora
Entendo o sentido do teu sorriso
Livre como a rosa única
Oscilante como brisa no inverno
Índice eloquente da alegria
Seu sorrir esplendoroso
Ao despertar na doce manhã.

Sobrepujas a cada dia
Teu intenso sentimento
Entre os buquês rosados
Flores que gosta tanto
Amor que se leva
Na folha de uma carta
Yes affirm your shine!

Neste meu pequeno dizer
Então deixo o vento
Voar com as estrelas do céu
E ás colocar no teu meigo olhar
Sintetizando na tinta que se vai.

Quando teu perfume ecoa
Uma chuva vermelha cai
Em pequenas pétalas
Inebriando os sorrisos
Rosados ao ver-te
O pequeno frasco da literatura
Zelando o amor que tens...

Marcelo Cardoso Nascimento.

Minha casa

Minha casa linda a noite
Obscura, sombria, insurta
Triste, vazia e fria no presente
Sem raios amarelos dentre a mata.

Pela porta de aço aberta
Vem tocar o chão o luar
Cinza como lagrima
Só pestanejando o seu entoar.

Na solidão de um chão
Vazio sem pisoteios
Esta minha casa de escuridão
Que sente falta dos gargalhei-os

Bela inocente ruptura
Como quintal de lapides
Esta minha casa grandiosa
Na qual descanso meu nome.

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Deborah Cristina

Even I can touch the air,
I would not live without you rejoice
I know not breathe amid the white snow
Because all my happiness has a name
She shines brighter than the full moon
Her to my heart, leaves me breathless.
Even I can touch the air
I could not live without you.
Because I love you?
I do not know the answer to this question.

But even I can touch the air
I want to be by your side forever,
Always and forever in your eyes
Fall in love and fall in love again
Even if I close my eyes
My heart will not stop burning for you
Even I can touch the air I would not
This joy in which Deborah love me
That's why my eyes and thy and
My smile and always will be yours ...

Marcelo Cardoso Nascimento.

sábado, 29 de março de 2014

Vacilão!

O que e seu ta guardado pois,
Eu não tenho dó da alma de um condenado.
Porque só Deus nos salva e nos julga,
Mesmo que a força seja não seja justa
Eu temo por minha conduta.
Mas esta história de um louco vagabundo
Que agiu de trairá...
Olhe na minha face e diga qual a sua postura?
Perdeu por ignorância em acreditar
Que somos todos iguais malandro!
O que e seu ta guardado por Deus!
Não preciso derramar o sangue imundo
Que corre em tuas veias falhas vacilão!
Essa e minha única declaração...

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 17 de março de 2014

O que acontece hoje?

Mesmo que eu não saiba como viver sem a carne do teu Corpo, eu penso que jamais serei capaz de lhe sorrir.
Mas também quero um céu,
Nas condições que eu nunca teria pra reagir.

Como eu queria uma resposta,
Para que tudo fosse fácil para ambos.
Mesmo no desespero eu não quero te afogar em lagrimas,
Mas eu tenho pesadelos contínuos.

Ei meu amor! O que acontece hoje?
Ou amanhã quando tudo não ser o que pensei.
Eu não sei outro jeito de ser perfeito como você,
Pois você e tudo com que sonhei...

Eu não quero mais dormir,
Pelo medo de te perder eu já sei o que dói aqui dentro.
Eu só quero te fazer sorrir,
Sem perder aquilo que me deixa tranquilo!

Marcelo Cardoso Nascimento.



quinta-feira, 6 de março de 2014

Seis meses

Um caminho difícil a ser percorrido,
E no final deste caminho eu enxergo o fim.
Um caminho cheio de espinhos,
Que eu quase não intendo o porquê de ser assim.

Meu coração me diz que sim,
Mais minha mente se nega acreditar.
Que no fim deste seis meses terá um fim,
No qual eu sei que está a me esperar.

Eu me sinto muito confuso, assustado,
Com meu futuro a prova eu vou pensando.
Ao mesmo tempo que sinto-me triste por alguns fatos,
Percebo que jamais fui capaz de lhe dizer o que sinto.

Sei que será um mar de sacrifícios,
Seria eu capaz de aceita-los?
No fim deste caminho eu já não vejo mais meus sonhos,
Mas sim uma nova vida na qual eu não sei se sou capaz de vive-la!

Marcelo Cardoso Nascimento.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Não me faça sofrer

Eu devo ser um menino,
Por ser ingênuo por ainda não acreditar.
Em teus sentimentos,
Eu não vejo a lua brilhar.

Sei que e complicado pra você,
Demonstrar qualquer amor ou significativas.
Mas isso só me faz sofrer,
Porque eu te amo de mais mesmo que não haja justificativas.

Para esse sentimento que tenho,
Eu realmente te amo!
Não pergunte porque eu sofro,
Quando você não me atende, e o mesmo quando eu morro.

Por favor... mesmo que você vá embora,
Deixe que o tempo me corroa.
Não me destrua por sua simples beleza,
Pois eu não suportaria toda dor que já me atordoa!

Marcelo Cardoso Nascimento.

domingo, 20 de outubro de 2013

La Bruja Jully

Cada bruja tiene su belleza
Ya sea en la guerra o en el dolor
Ella puede ser loco o equivocada
Pero todavía tiene su belleza.

Su belleza y incogta,
A medida que su mirada oscura.
Donde nadie sabe su historia
Negro o transparente vivieron en el pasado.

Pero la bruja y la bruja que va,
La mosca en su escoba voladora.
Sin embargo, la distancia es desvai,
Maneras avergonzados por un páramo.

Aun siendo una bruja y su dulce,
Cuenta con una discreta sonrisa.
Y de hecho una hermosa incognata,
Sigue siendo una bruja hermosa y oscura sonrisa!

Marcelo Cardoso Nascimento.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

When The Angels Die

I do not get to be loneliness,
When I see many possibilities to be happy
But it seems that the devastation of the angels
Do not bring me more inspiration some
And when I remember your shut-eye
I feel the loneliness in the time it was.
Your body warm to cool in my hands,
I understand the loneliness.

I know that the angels might die,
And so I feel disappointment
The sorrow in your eyes when they
Close forever.

I just wanted to understand the pain of sin,
Because you took my life
Why did you take her?
I did not sleep much dreaming
With whole life I have not seen you have.
So because you went away.

I know that the angels might die,
And so I feel disappointment
The sorrow in your eyes when they
Close forever.

I do not get to be loneliness,
When I see many possibilities to be happy!

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Estação

Quanto tempo eu perdi aqui?
Vendo a vida passar sobre trilhos.
Enquanto eu observará a lua entre nuvens ali,
Eu pensei que tudo poderia ser melhor.

Como se toda idéia infundamentada eu pudesse concretizar,
Como se toda falta de realidade fizesse sentido.
Como se o despercebível fosse me cicatrizar,
Como se a tua alegria em mim fizesse um sorriso.

Só então eu percebo que nada passa de mentiras,
Que são apenas peças pregadas pela razão.
Acreditando que se pode doar lagrimas,
E dar risadas sem inspiração.

Quando vejo a vida passar sobre trilhos,
E o meu tempo estagnar.
Vejo quanto tempo perdi preso em motivos,
Que não fosse o meu próprio modo de pensar!

Marcelo Cardoso Nascimento.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Miscigenação

O encontro de etnias e desejos,
Liberdade de se amar verdadeiramente.
E o direito de fantasiar-se com os filhos,
E amar quem seja independente do tom de pele.

Miscigenação e perceber em um abraço,
Que o preconceito não e nada perto do carinho.
Que sorrisos mútuos podem destruir qualquer desprezo,
Que amor ao próximo e essencial para o respeito.

Equivaler-se do momento correto para sorrir,
Deixando que todo preconceito caia quando o coração,
Não aguentar-se de calor e agir.
Ignorando todos os olhares condenados pela ilusão!

Assim tornando momentos em memórias,
Carinho em atos de amor inigualável.
A vida em belas histórias,
E o respeito, carinho, amor e amizade transmutado em algo inabalável!

Marcelo Cardoso Nascimento.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Desculpas e culpas

Perdoa-me por tudo enquanto tu decepcionas-te,
Sei que e impossível compreender a razão de tudo.
Mas eu não tinha desejo de unir-me ao seu sangue,
Como uma história como um legado.

E com isso cresci da forma mais dura possível,
Derrubando todo o meu orgulho por chão.
Tornando alguém mais passível,
De culpas e de toda desilusão que plantei com paixão.

Desculpe-me e só o que vou conseguir dizer,
Sei que não poder reparar a cicatriz que deixei.
Desculpe-me não era meu direito te deixar viver,
Nesta minha mentira, nesta vida onde me afoguei.

Por isso te deixei ir, sem pretensão de voltar atrás,
Para buscar tudo que te disse naquela noite.
Sei que a culpa e minha por tudo isso e te peço desculpas,
Então a desejo-lhe algo melhor que a minha vida de açoite!

Marcelo Cardoso Nascimento.

domingo, 28 de outubro de 2012

A praça

A praça que me passeiam pessoas,
Que me encontram valores.
Onde mora a alegria e tristeza,
De alguma vida de temores.

Todo caminho meu e atravessado, conversado,
E todo provérbio e de banquinho seu.
Por que eu não, jamais escrevo,
Apenas sintetizo nas árvores os sorrisos teus.

Os fonemas e historias que tenho,
São grandes, pequenas e varias.
É como ser a um lamento,
Eu temo por minhas avarias.

E em fim de um extremo a outro que tem,
Na noite enobrecida e vazia.
O silêncio do que si diz ninguém,
Como uma praça esquecida e insurta.

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

loneliness

Sometimes I'm just tired of all
Sometimes I feel crazy.
Sometimes I can not see anything more,
Sometimes it seems that I am blind.

Sometimes I just wanted to be happy,
Sometimes I could never be for you.
The cure for your scar,
And it got me away from you.

Today I realize how much this world and banal,
Ace that people just want their own carnal pleasure.
That does not interest me anymore, because with you,
I learned that and not only that life has to offer.

Sometimes just miss something that I have,
And try to find him desperately
Inside an empty jar heartless.
It saddens me bitterly.

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Quem sou?

Minhas idéias absurdas,
Acalmam meu ser indecifrável,
Raivoso, cansado das pessoas.
Com indecisões nos olhos
E quem sou eu mesmo?
Louco por acreditar,
Ou racionalista por discordar!

Cicatrizes que me acompanham,
Aonde eu vá. ...
Raciocínios irrisórios e lúcidos,
Disto tiro idéias, palavras e as sobrepujo,
Onde? Em papel carta.
Sempre apaixonado e decepcionado,
Obvio não amei todas apenas duas...

Nisso tudo ainda não sei,
A alma que tenho se e pura ou. ...
Sombria como,
Chuva, tempestade indomável.
Introspectivamente inquieto,
Mas calmo por fora,
Em estado de choque atônito!
Na vida que és só minha
Tormento? Não e uma decisão,
O que desejo fazer com meu coração!

Marcelo Cardoso Nascimento.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Peace

Todo tempo que te amei,
Descuide-me em um caminho perigoso.
Não quero dizer que um dia chorei,
Mas foi verdade esse meu alento.

Errei em acreditar que seria fácil,
Em manter tudo do meu modo.
E quando acabou a dor foi insustentável,
Então fui para o outro lado.

Hoje com essa ferida parcialmente cicatrizada,
Arrisco mais uma vez tela em minha vida.
Só que desta vez não da forma que eu desejava,
E sim da forma como tu almejas.

Sei que com os erros que cometi eu aprendi,
A não mais correr á frente do tempo!
E com meus erros me arrependi,
Por ter feito tudo errado...

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O que está acontecendo?

Que coisa louca, estranha,
Sentir uma atração irracional.
Pela tua pele e boca,
Como uma força sobrenatural.

Porque teu cheiro me desperta,
Teu corpo me distrai.
A tua mente me liberta,
O teu jeito me atrai.

A tua loucura me parece,
Com tudo que vivo.
E mostra tudo que me transparece,
Consigo mesmo.

Você completa meu instinto,
Livra-me do medo ao arriscar.
Não quero brincar com o destino,
Mas com você eu não posso errar...

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Sentimento duvidoso

A pior dor do coração e amar,
Ser amado por outro coração.
E ouvir que eu confundi os sentimentos,
Que o meu amor foi enganado!

Hoje a dor que sinto e maior que qualquer arranha céu,
Mas não te quero ver sofrer.
Por que toda dor e minha e todo sentimento único e meu,
mesmo sabendo que vou sofrer muito mais que você.

Deixo nas aparências um sorriso estampado,
Que levo comigo para que não perceba.
O quanto e a dor aqui dentro do meu peito,
Esmiucado em sobras.

Mas nem toda palavra descrita aqui,
Será capaz de descrever o que sinto.
Então conto com os dias a seguir,
o meu destino ser completo!

Marcelo Cardoso Nascimento.

sábado, 28 de julho de 2012

Ultimo suspiro

Hoje decidi não mais sofrer só, eu me decidi,
Longe de você estar para que eu me lembre.
O que eu sempre fui e a muito me esqueci,
Para que no futuro possa sorrir eternamente.

Sei que será árduo o caminho no começo,
Mas pelejarei por todo ele sem desanimar.
Para que um dia Deus me abençoe novamente com este dom,
Fazer as pessoas felizes sem me importar comigo mesmo.

Queria que nada disso fosse assim, mas juro que vou,
Passar por todos os problemas até nos encontrarmos.
E seremos bons amigos mesmo que o fim venha do céu,
Assim como está escrito em um único livro.

Oro para nossos sonhos darem certo e sermos felizes,
Mas a distância e meu melhor remédio para uma cicatriz.
Fico feliz por você ter seus sorrisos em mente,
Assim vou sorrir também por todas as diretrizes.

Então acabou, disse adeus pra ti,
Suspirei por esse amor uma ultima vez.

Marcelo Cardoso Nascimento.



segunda-feira, 23 de julho de 2012

Elizangela de Morais

Toda vez que olho para as estrelas,
Vejo seu rosto desenhado nó brilho incandecente.
Como luzes de velas queimando inocentemente,
A noite que és tu tão bela.

Nos cachos riachos do teu negro deslizar,
Perco-me a adimirar-te como em um Rio.
De belas ondulações compridas,
E sorriso discreto ao tímido.

A tua irracional beleza me atrai,
Diferente de todas as luas cheias.
O teu brilho ascendente se vai,
Correndo em tuas veias.

Mostrando-me nas cores de teu vestir,
A singeleza e a honestidade dos sonhos.
Como és tão belo o teu existir,
Iluminando todos os sentimentos.

Marcelo Cardoso Nascimento.

sábado, 14 de julho de 2012

Doce atraente morte

Hoje no silêncio de meu quarto ponho a prova todo o mundo!
Será que realmente vale viver,
aqui neste mundo por amor?

Será que perdi meu tempo a procura do verdadeiro amor carnal?
Até mesmo a morte me parece
Um atraente descanso.

Então para a morte eu vou
Como estado de sono do espírito
Será meu sonho falecido
Pois amar no mar escuro da ilusão.

Era tudo no qual eu não deseja-va
Procurar e não encontrar o amor verdadeiro.!!!
Este e meu triste dilema,
amar de mais e sofrer depois!

Marcelo cardoso Nascimento.

domingo, 8 de julho de 2012

O gato da janela

Tem um gato na janela mãe!
Deixa o bichano meu filho ele não faz mal não, então continuou gritando o menino. Mãe tem um gato na janela do quarto! Ele e preto e grande mãe,
E o gato deitado na janela observava a criança que com medo do gato não dormia, só olhava para o fato de que ele só se via agora os olhos do felino.

Foi então que esse menino enfrentou seus medos e decidiu ir dormir. Cochilou e adormeceu enquanto o gato ali o espreita-vá da janela.
Por fim o gato também adormeceu desfalecendo-se ao medo daquele menino hoje crescido!

Marcelo Cardoso Nascimento.

sábado, 7 de julho de 2012

O jardineiro e a flor

Um dia tive a oportunidade de colher a mais bela flor,  então trouxe-a num vazinho com terra e água ali junto dela plantei a semente do meu coração e do meu amor. Esperava que nessa união germinasse uma bela árvore a árvore da vida cujo o sentimento puro e verdadeiro fosse igual a primavera eterna.
Mas passado dois meses este pequeno pezinho de amor, carinho e desejo foi crescendo a chuva, deixando esfriar ao frio e água matando o desejo de cultivar este belo sentimento puro e verdadeiro.
Mas o jardineiro então vendo que seu pezinho estava morrendo extraiu de sua semente pura o verdadeiro sentido do amor, e o guardou por todo o tempo esperando a chuva passar para replantar este mesmo sentimento nó único pezinho vermelho que ele deseja!

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Quem e?

Reagindo a este sentimento,
Alto de mais que me leva
Feliz para as nuvens,
Além do céu.
Eu só quero que saiba que,
Lancei meu amor pra ti
Aonde posso deixá-lo fluir.

Rápido como um foguete
Orientado pelo calor do sol
Traçando linhas no céu
Ostentando luzes transparentes
Não tocando o espaço, mas,
Desenhando nas estrelas
O seu suave nome.

Mesmo sendo recente
Amor o que sinto por você
Resistiria se fosse capaz,
Tornando tudo mais fácil
Invejando toda luz que se faz
Nobre como pluma leve
Somente por te amar.

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

My sweet cherry

Lacked passion in my life,
But today I found it.
In a small sweet cherry,
And so I rejoiced.

I feel my blood bubbling in this sense,
Where the beating of my heart is strong.
Cheerful and experienced beats of passion,
Of my feelings indecent.

I feel the desire to love again,
To embrace you to be with you.
To feel the sweet kiss
His feeling guilty.

My sweet cherry,
My sweet dear.
Thanks for making me feel the beauty,
From a sincere love.

Marcelo Cardoso Nascimento.

domingo, 29 de abril de 2012

My sweet sweet!

Oggi il passaggio di vivere ogni giorno,
La mattina presto all'alba.
Gustare nuovi sapori, come in un negozio di caramelle,
indecisione giorno dopo giorno vivono.

Molti dolci differenti e colorati
Come posso godere di tutto e può solo prendere?
Atendessem vorrebbero tutti i miei sensi,
Ma ho capito il vero valore di alcuni.

Non voglio farti del male, e non fraintendetemi,
Ma ci sono così tanti dolci come me contenti di una sola?
Ci sono così tanti, ma uno e uno dei miei preferiti,
Special Bitter Chocolate gorgeous.

A Quindim, Un naso di ciliegia o cioccolato,
Quello che oggi portare a casa?
Avrei soddisfare il mio desiderio e,
E perdere tutto in una sola notte?



Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Hoje não tenho luz

Vontade de sumir deste mundo de vil cobras,
Que só querem sugar minhas plaquetas sanguíneas.
Pois não sei o que sinto e me devoras,
o peito ou a mente afogada nas tristezas.

Queria nunca ter existido nesta minha ilusão,
E não ter proporcionado felicidade alguma a alguém.
Hoje meus sonhos são apenas sentimentos de vingança paixão,
Doce cantiga saborosa de desejo do ódio que me convém.

Ódio que impregna a parede de algumas horas da minha vida,
Parecendo sangue inlavável nas paredes do coração.
Contaminando toda a minha apatia,
Do meu desprezo sem compaixão.

Quero sair por ai sem destino algum e sem incompreensão,
Vou esperar por uma internação que me desfaleça.
Uma doença que me enterre na satisfação,
De ter me condenado por este ódio sem displicência.

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Silêncio

Silêncio...
...
Não desfruto...
Desta paixão.
...
Desculpe minha palidez.
Um minuto de falar, sem o meu silêncio...
Sem falar, sem sono, sem sonhos and my silence...

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Sofro assim só porque seu olhar brilha mais que a lua.

Hoje sonho comigo e você juntos para sempre,
Mas os pesadelos me vêm à mente de repente incessantemente.
Será que eu poderei fazer-te feliz eternamente?
Sei que se eu não lutar para isso acontecer, será angustiante.
Sofro assim só porque seu olhar brilha mais que a lua,
As tuas palavras são desejos entorpecidos no ar.
Que me deixam leves como se eu pudesse flutuar,
Para o infinito de teu beijo em algum lugar.
Penso todos os dias sobre isso.
Mesmo quando te vejo dormir eu choro,
Por não saber se viveremos juntos.
Então pesso uma oração como sinal ao tempo.
Que Deus me deu ao teu lado,
Para saber se um dia eu estarei com você no longe
De nossas vidas finitas.
Sofro assim só porque o teu olhar brilha mais que a lua,
E por que eu te amo tanto que não saberia o tamanho da dor
Que seria estar sem você comigo um dia!
Eu ainda espero o sinal do tempo que tenho,
Mas ainda sim vou sendo feliz no pouco tempo que tenho ao teu lado.
Amo-te! Tauanne... Para sempre!

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Um fim?

Salve toda noite perdida.
Seria facil dizer que tudo está errado?
Dizer que não a futuro para nós.
Sem saber o dia de amanhã.
Não vejo a vida da mesma forma que todos,
Mas sei que ela não e facil a ponto de desistir.
Tenho esperança que isso tudo mude um dia,
Por isso não joguei tudo pro alto.
Vontade de pular de cabeça sem volta no infinito,
Isso e o que sinto no momento mas tenho certeza
Que não seria a melhor decisão.
Por isso prefiro não cogitar nenhuma ideia.
Porque assim como minha aliança desgastada,
Está meu relacionamento dolorido.
Sei que se acabar vai machucar muito,
E eu não saberia viver mais sozinho.
Por isso calo-me aqui agora,
Para não chorar de dor...

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Nem tudo seria assim sem você

Nem toda chuva poderia apagar seu brilho,
Nem toda falta de ar apagaria teu olhar.
Nem toda incompreensão desfaria teu sorriso,
Nem por mil motivos eu deixaria de por ti me apaixonar.

Seria eu um pingo na tempestade,
Seria eu um grão na areia fofa da praia.
Seria eu um rei sem rainha se tu não fosse minha majestade,
Seria eu um valioso adorno se você não me leva-se na onda baixa.

Nem todo mundo sonha com a vida que eu tenho,
Nem todo mundo tem a preciosidade.
Nem todo mundo tem o sentimento que de você eu ostento,
Nem todo o mundo seria o mesmo sem Tauanne.

Eu seria somente eu,
Eu seria apenas um infeliz rapaz.
Eu seria como todos que aqui já se entristeceu,
Eu jamais seria feliz assim lá no futuro em paz.

Marcelo Cardoso Nascimento.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Fotos

Fotos que olho,
Vivendo no passado nostalgico.
As lembranças de um presente vivo,
De uma foto em momento magico.

Toda vez que tua foto olho,
Sinto a falta que me da de você.
Sinto em todo o meu medo perder você,
No que seria a ausência de você no pensamento.

Fotos tuas que as tenho,
Que retratam os lindos momentos.
Que te desvendo sorrindo,
Na beleza dos teus elementos.

Fotos que não gosto,
Fotos minhas!
Fotos que adoro relembrar e admirar com desejo,
Fotos tuas!

Marcelo Cardoso Nascimento.

Vasos vazios

Vasos vazios de amor,
Vasos de plantas longas.
Vazios corações a sofrer de dor,
Em meio a cicatrizes profundas.

Vasos vazios de sangue,
Na morte que não bate.
Vasos sem liquido quente,
Vazios no seco vapor fremente.

Vazios gritando,
Por uma doença melhor.
Vasos querendo,
A doença do carinho do amor.

Será que sofro nos vasos de meu corpo?
Vazios eles estão de algo que não sei,
Tentando sentir na dor um alento.
Dos vazios sentimentos que procurei.

Marcelo Cardoso Nascimento.

História

Certa vez eu pensei ter encontrado,
A felicidade sem fim.
Deveras encontrei o que eu queria por perto,
Em um frasco grande e novo sim.

Só que essa história não tem um feliz final,
Porque o tempo ainda corre.
Há muito que acontecer de bom como um sinal,
Mandado como luz de um farol forte.

A felicidade em fim ganhei ali,
Dentro do frasco só isso não continha.
Tristezas, lagrimas e decepções que não imaginei,
De sorrisos frementes e gestos contínuos pela manhã.

Essa história conto, com alegria imensa,
Pois quase teve um fim de mentira.
Vivido na mais pura realidade da decepção,
Da principal personagem da história.

Marcelo Cardoso Nascimento.

Distancia

Longa distancia amarga,
Estrada tortuosa do entendimento.
Passado, presente e futuro da minha vida,
Quebrada insistente dos sentimentos.

Distancia covarde do tempo,
Traquinagem da história tardia.
Na distancia contada a anos.
Nas palmas das minhas mãos vazias.

Distancia em distacias,
Anos em ano.
Na insistencia da distancia,
Das palavras de um verbo.

Nossas distancias de pensamentos,
Nossa vida desigualmente incorreta.
Distancia de culpa na falta de mais sentimentos,
Tristezas de longas distancias no medo de mudanças.

Marcelo Cardoso Nsacimento.

Negras rosas

Rosas negras…
Representam nossas marcas e cicatrizes
Negras rosas…
Nossas feridas em todas as diretrizes.

Rosa preta da tristeza,
Vergonha da fascinação.
Rosa cinza ao vento sussurrando avareza,
Das rosas plantadas no coração.

Negras rosas sufocam as brancas rosas,
Que trazem a leve esperança.
Das rosas rosa em tuas lembranças,
Afogadas em nossa negra rosa.

Negra rosa dos sentimentos obscuros,
Triste fim do pensamento.
Rosa que traz a morte ao jardim do imo,
Negra rosa do desalento!

Marcelo Cardoso Nascimento.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Sorte

Uma criança de beleza incomparável...
Uma menina de aparência alegre...
Uma moça de pensamentos próprios...
Uma estrela do céu...
Tauanne tive sorte quando a roubei do céu!
Pode não parecer, mas tem uma beleza incapaz de ser comparada.
Desde então quando a vejo,
Sinto um arrepio seu!
Ao beijar esses lábios que agora são meus...
Uma criança...
Uma menina...
Uma moça...
De gestos singulares e perfeito sorriso.
Tive sorte quando a vi sorrir na entrada do céu,
Olhando os meros mortais que por ali passavam.
Tive sorte por ser o escolhido teu!

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Não sei me expressar sobre isso!

Esquece! Por que o que ficou para trás,
Não vai te fazer feliz agora.
Você mudou em relação há um tempo atrás.
E continua mudando da mesma forma?

Há um tempo você era outra pessoa,
Mudou para melhor.
Pensei que eu estava somando coisas boas a tua vida,
Mas parece que eu não sou capaz, e isso e pior.

Porque estamos assim?
Vivendo nesse turbilhão de magoas e rancores,
Sentimentos e explosões como se fosse um fim.
De tudo que nos traz os nossos senhores.

Sei que não quero te magoar mais,
Desculpa por te magoado.
Mas nossos pensamos não são mais iguais.
E agora só sei que nada sei a seu respeito!

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Atiro-me para ás estrelas!

Todas ás vezes que relembro-me,
Atiro-me para ás estrelas.
Tentando te encontrar rapidamente,
Como o raio e ás trovoadas.

Mas elas vem a mim,
Como pingos de chuva.
Recordando assim,
Da estrela abrilhantada.

Atiro-me no infinito do universo olhar,
Perdendo o oxigênio.
Atordoado no espaço a flutuar,
Procurando-te no pensamento.

Mas tudo tem um sentido,
Dessa procura na saudade.
É para não esquecer-me do teu imo,
Quando eu te encontrar de verdade.

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

A tua distração me machuca

A tua distração me machuca nas coisas não ditas,
Ás vezes penso se isso e de propósito,

A tua distração me machuca nas aparências indefinidas,
Acontecendo com freqüência dia a pós dia.

A tua distração me machuca no que não tenho como verdade,
Deixando uma vida inteira de timidez para traz.

A tua distração me machuca na carne do meu corpo.
Tentando simplesmente adequar-se a tudo, e todos.

A tua distração me machuca nos atritos dos dias,
Só então percebo que tudo isso e involuntário.

Marcelo Cardoso Nascimento.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Uma verdade cruel

Quando você me contou,
Meu mundo desabou, meu céu azul logo nublou!
Até no meu jardim nevou,
Pois por um momento, eu vi tudo o que aconteceu.

Chorei toda noite sombria da solidão,
Minhas lágrimas se tornaram como neve.
Pois nenhuma dor e tão grande como uma reprovação,
Que um pai protetor deseje.

Como poderei conviver mais uma vez,
Com essa dor?
Eu só não quero dizer adeus outra vez,
Pois e profundo enraizado o meu amor.

Sei que vou sofrer com essa dor,
Mais quero que meu amor fale mais alto.
E silenciosamente vou levar está consternação no peito,
Deste meu sofrido desprezo.

Marcelo Cardoso Nascimento.

sábado, 29 de maio de 2010

Regressa a mim

Regressem para meu peito,
Tudo que arrancado-me foi.
Pois sinto falta do talento,
Que aqui não se destroi.

Vota a ira do tempo sem razão,
Para que eu tenha cautela nas estrelas.
De um coração sem decisão,
Eram todas minhas as constelações de palavras.

Sinto falta da responsabilidade do meu pensar,
Por que hoje lanço minha sorte ao céu.
Para que nenhum mal eu tenha de pesar,
No regresso de minh'alma ao eu.

Marcelo Cardoso Nascimento

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Por que

Por que?
Esse meu ciume.
Por que?
Me pergunto hoje.

Por que?
Eu não aceito as coisas como são.
Por que?
Eu não consigo livrar-me dessa ilusão.

Por que?
Não deixo acontecer por ai.
Por que?
Não deixo que eles vivam um dia.

Por que?
Se eu soubesse as respostas.
Por que?
Não estaria a esmo nestas palavras.

Por que’s?

Marcelo Cardoso Nascimento.

Tudo que quero para nós

Deixe seu medo de lado,
Viva comigo um futuro único.
Deixe que de você eu cuide,
Dentro do meu sentimento.

Só quero te fazer feliz o bastante,
Para ver teu sorriso brilhar.
Não importo-me com meus sonhos o suficiente,
Só para que os teus sonhos possam se realizar.

O meu maior prazer e ver-te sempre sorrir,
Mesmo que incapaz eu seja ao rir também.
Mesmo nos momentos de esmo eu venha me ferir,
Estarei sempre protegendo você aqui meu bem.

Não quero que se vá pelo caminho sozinha,
Enfrentando os teus medos só.
Quero que eles se tornem parte da minha vida,
Para que os teus próprios medos virem pó.

Deixe que de você eu cuide,
Para todo sempre...
Não quero que se vá de repente,
Para longe de meu ser...

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Sedentos desejos

Desenhando o seu corpo no meu olhar instigado de desejo.
Perjuro no teus braços que não toco, só devoro com os labios.
Desejo todos os teus olhares, todas as curvas do teu corpo em um so minuto,
onde tenho sedendentos prazeres ao anoitecer...
Sedentos desejos de loucura e devorar você mesmo ao longe,
quando a saudade aperta na minha mão vazia...

Marcelo Cardoso NAscimento.

domingo, 21 de junho de 2009

Queria eu poder chorar!

Queria eu poder chorar,
Apenas sentir a dor que você sente.
Comover-me com o teu olhar,
Apenas sentir-me presente.

Queria eu poder ajudar-te,
E levar os teus problemas para mim.
Aliviando os teus olhares tristes,
Trazendo a ti um doce fim.

Triste estou por não poder contigo chorar,
Por que, lagrimas eu não tenho mais a colher.
Penso na lagrima que cai do teu falar,
E arrependo-me mais por te fazer sofrer.

Assim caminho rumo ao triste penhasco dos teus pensamentos,
Tornando minhas as tuas lagrimas.
Tornado meus os teus problemas escondidos,
Chorando só sem lagrimas.

Marcelo Cardoso Nascimento.

Pesadelo e Choro

Tornando suas as minhas lagrimas,
Consigo chorar com as minhas dificuldades.
Tentando ser alguém que teda carinho nas falas,
E mostrando o que eu quero e entender-te.

Mas não sou capaz de enchergar o teu mundo,
Cego sinto-me por não saber amar você.
E medo tenho por todo o meu sentimento,
Aquele que entrego de presente.

Chorei por que sonhei,
Sonhei que te perderia para sempre.
E com as minhas lagrimas em punho,
Escrevo a dor do meu pesadelo.

Por que os dias são sinzentos no inverno?
Jamais quis que fosse assim,
Traição do meu olhar indiscreto.
Não pensei que fosse assim!

Chorar por um pesadelo,
E não estar feliz do teu lado!
Te amar e não ser feliz?
Como posso entender isso?

Mas tudo tem um fim.
O nosso esta por vir,
Mas isso ainda não aconteceu,
Então entrego a ti o sentimento meu!

Marcelo Cardoso Nascimento.

Queira apenas uma lagrima só!

Queria ter uma lagrima só!
Para demonstrar a dor que sinto no peito.
Por mais que fosse pequena está lagrima,
Toda a minha dor estaria viva ali!
Por que esta dor e culpa minha, inteiramente minha.
Quero muito poder chorar!
Mas não consigo por que meus rios secaram.
E amar já não sei demonstrar mais...
Podem dizer que sou dramático no que escrevo,
Mas... A verdade é está.
A dor que sinto queima o peito faz bater fraquinho o coração,
Por isso não ligo mais para rimas, estrofes e textos,
Só quero dizer o que sinto de uma forma ou outra.
Mesmo que o problema seja eu!
Gostar de você era tudo.
Desculpe!

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Depoimento angustiante

oi, meu bem...
desculpe-me se não te agradei como pessoa.
desculpe-me se forcei a barra com você no primeiro encontro.
desculpe-me por ser desse meu jeito,
mas prometo que este só tem a lhe agradecer...
pois você deu-me inspiração novamente para continuar a escrever,
deu-me novos sonhos, fez-me mais serio e realista nos meus pensamentos.
admiro muito você como pessoa, e que é nesta pessoa que esta depositado alguns anseios meus.
quero muito poder levar um relacionamento serio com você mesmo sendo qual for.
Obrigado por fazer parte da minha vida por alguns dias.
e que se eu estiver errado Deus ilumine meu caminho.
Beijos...

Marcelo cardoso Nascimento.

sexta-feira, 13 de março de 2009

A leveza do ser

Feche os olhos e tente ver
A leveza do ser,
Apenas para saber,
O quanto se pode ser feliz.

Pare e pense em ser alguém,
Que fica feliz quando á vê.
Essa e a beleza,
E a leveza do ser.

Chore e sinta o amor
Do outro, ser que também,
Chora ao ver a leveza
Do amor de teu ser.

Marcelo Cardoso Nascimento.

As minhas palavras estão caladas nesta ora

Deslumbramento na lagrima que cai.
Vendo no tempo abafado,
A alegria que aqui se vai.
Por causa de um vocábulo.

Faz um minuto que não choro mais.
As minhas palavras estão caladas nestas oras,
Por que a tua fala me atinge.
Nos pensamentos que amarguei outrora.

A avareza que polui o ser.
Traz o desprezo,
No teu semblante.
Onde a maldade e a beleza conjugam todo tempo.

As minhas palavras estão caladas nesta ora.
O meu coração enfraquecido neste momento,
Diz-me que chorar não e uma opção agora.
Dentre todos estes momentos.

Marcelo Cardoso Nascimento

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Alivio

Em minha mansão,
Cavo minha própria cova.
Por estar fazendo menção,
De minha alma rasa.

Protegendo-me do tempo,
Dentro de um caixão.
Fugindo de todo passado,
Sombrio e obscuro de minha obsessão.

E em meu velório uma lagrima irá rolar,
E uma lagrima de alivio pelo meu pesar.
Por que minha vida desamparei,
Por que meu corpo matei.

Assim, meu suicídio, velório e fim.
Entre a única lagrima a descer,
E a minha tristeza na penumbra morte do fim,
Em que de minha vida alivie-me ao anoitecer.

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Hailey

Lembro-me de você
Do seu carinho em mim
Das tuas palavras doces
Do seu eu enfim

Recordo-me de nós
Antes de ir dormir
Que nos momentos a sós
Juntos podemos sorrir

Somente me recordo de você
À noite quando vejo as estrelas no céu
E quando em mim tenho um colapso de você
Chorando a lembrança no céu

Hoje só me recordo
Do seu lindo olhar verde
Do vermelho cabelo
Da falta que me e você

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

E quero ser a voz que ouvi em minha infância

Desde quando eu era criança,
Ouvia uma voz, me ninando em consciência.
Clareando os caminhos de minha infância.
Dizendo-me que não a distancia pra que eu possa te amar.

E quero ser a voz que ouvia em minha infância,
E ninar minha criança.
Em contar as nossas histórias,
Sem ver o tempo passar.

E vou dizer-te que não há distância,
Que de min possa afastar.
E segurar a tua mão pequenina,
E pra sempre te amar.

Marcelo Cardoso Nascimento.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Errante procura

Procurava toda perfeição,
Toda forma de amor em uma mulher.
Procurei em todos os frascos, sentidos e situações,
O verdadeiro amor, a perfeita mulher.

Percebi que errante era a minha procura,
Que todo amor, toda leveza,
Não estaria em uma simples mulher,
Ou em toda sua beleza.

Então foi que nesta procura encontrei,
O verdadeiro amor, mas não em forma de mulher.
E sim na essência da mais entristecida flor.
Foi quando eu pude sentir o teu envelhecer.

Todo o teu amor eu pude ter,
Está foi à única vez que eu sonhei sem chorar.
Pois parte desse amor eu pude ser,
E assim eu aprendi o significado amar.

Marcelo Cardoso Nascimento.