Jeito doce deste sangue
Atrai meu desejo incoerente
Nesta faminta caminhada
Entre fresh blood.
I'm just one more,
Rodeando às veias
Opacas de sangue.
Marcelo Cardoso Nascimento.
Jeito doce deste sangue
Atrai meu desejo incoerente
Nesta faminta caminhada
Entre fresh blood.
I'm just one more,
Rodeando às veias
Opacas de sangue.
Marcelo Cardoso Nascimento.
Mina como você faz isso comigo?
As vezes penso em casa de dia
Yesterday i thought i had
Another cat and what i dream about.
Reagindo todo sonho louco
Apanhando na vida só penso em você.
Minha estrela perfeita
Ostentação de vida como eu te quero
Ronronando do meu lado
Aspirando o mesmo sonho amor
Isento de ser rei com rainha
Somente na mente, sentir seu calor.
Deixo tudo agora nessa vida
Embaixo de tudo que eu diga.
Lembrando de tudo que vivi
Inimagináveis vidas, onde baguncei
Raridade isso não acontecer
Assim como você aconteceu.
Simplesmente brilhou dentro
Intimamente no meu peito
Ludibriado pela estrela
Vibrante pela vida corrente
Atrás dos sonhos de sotaques.
Marcelo Cardoso Nascimento.
Jamais pensei ser impossível
Encontrar anjos pelo mundo
Sendo que o céu se encontra
Sempre tão distante de mim
Yes, i know it's not true!
Convencido que não é impossível
Algo desta magnitude acontecer.
Foi assim que percebi que,
Encontrei um anjo quando
Relembro todo sorriso que
Retirado do teu rosto.
Enquanto as minhas palavras
Iam se ecoando dentro do
Raro olhar a perceber que
Ali eu encontrei um anjo.
Marcelo Cardoso Nascimento.
Quando o tempo não dissolve as palavras
Nunca ditas em todo nosso momento
Por causa de todas ressalvas
Onde vamos chegar por este caminho?
Não me diga que esta tudo bem
Quando olho para dentro de nós
Só vejo os dias que se abstem
Em nossas conversas a sós.
Entendo que o tempo passe
Que nestes dias eu já não sinta
Quanto tempo mais vamos levar?
Mais nada, como um impasse
Que não a trégua!
O tempo nesse enlasse só serve
Para deixarmos de temer as palavras
Nesse todo tempo impasse,
Mas são só voltas que eu não via
Que a tempos que eu não vivia.
Marcelo Cardoso Nascimento.
Eu não quero dizer o que não posso
Saber dentro de mim em um momento
O que farei sem explicar a não ser só
Ir embora pela estrada vazia comigo
Perder o controle de tudo que
Eu deixei pra frente do vir do
Amanhã louco que vejo sem saber
O que realmente procuro dentro
De algo assim.... tão triste e árduo
Sentir essa dúvida enraizada
No peito e na cabeça
E não ter a força pra dizer tudo que pensa.
Marcelo Cardoso Nascimento.
No chuveiro a água quente caindo
E você com esse olhar me menina
Safadinha a me olhar pedindo
Enquanto brinco ate te provocar.
Vejo seus passos em direção
Me beijando o corpo molhado
Abusando sua boca em todo meu tesão
Comigo puxando seu longo cabelo.
Retirando todo seu ar em engasgos
Sem me importar o porque de te amar
Empurrando suas mãos e corpo
De contra a parede nestes atos a penetrar.
Com sussurros e mordidas de excitação
E olhando um para o outro damos sorrisos
Beijos imaginando toda essa nossa paixão
Desejando nunca nos afastar de nosso imo.
Marcelo Cardoso Nascimento.
Eu tive ideias
Eu tive pensamentos
Eu tive mais medo
Do que meus desejos.
Eu tive vontade
Eu tive o olhar
Eu tive necessecidade
De nunca mais pensar.
Eu tive de escolher
Eu tive o mais difícil
Eu tive que ponderar
Mesmo lutando comigo.
Eu tive tudo
Eu tive nada
Eu tive o mesmo
Que o tempo tenho ainda.
Marcelo Cardoso Nascimento.
Ronronar em desejos
Hoje me disponho de tempo
Outrora me falta amor
Agora disponho de ti
Não dispondo de tempo
Não me imagino pensando
Ainda o que dizer mas tento
De todas as formas esboçar
Impiedosamente o meu olhar
Através da minha retina aos poucos
Sufocada por estar longe do ronronar.
Marcelo Cardoso Nascimento.
A tranquilidade toma conta
Segurando na brisa gelada
Uma parte da minha ponta
Eu já não tenho mais problema.
Olhando pros arranha-céus
Eu vejo logo a praia onde não existe mar
Quero desfrutar deste ilhéus
Calmaria boa de sorte a amar.
Mas moro em minas de longe
Onde as águas gélidas lavam
A alma de que quem não teme
A vida que tem é enfrentam.
Então agora sento olho e desfruto
A praia onde não tem mar
A tranquilidade que me vem do mato
O frio que se torna água à lavar.
Marcelo Cardoso Nascimento.
Olha só onde tudo está?
Mas que bagunça isso aqui
Eu já não consigo olhar
Por todo lado aqui.
Já virei o leite aqui o que vou tomar?
Não faço idéia do que está acontecendo
Já me canso de tentar-te falar
Não posso mais fazer um esconderijo.
Mesmo que queira se esconder
Eu jamais conseguiria ocultar-te
Olha a bagunça, agora quer se render?
Olha o sacrifício que é conter-te?
Me responda por favor o que te fiz?
Não me julguei assim, eu não sei
O que me pertubei, me diz?
Perdoe-me por favor eu me cansei.
Marcelo Cardoso Nascimento.