domingo, 7 de fevereiro de 2016

Meus erros

Eu tinha um sonho que morreu
Quem nunca te amou?
Mesmo que se mate meu véu?
Sinto que tudo acabou.

Por isso o que sinto em meu coração
Foi o desprezo que você me deu
Todo mundo tem um sonho
Eu também tinha o meu.

Ele era você pois te dei meu céu
E você não quis dar valor
Penso no meu dia a dia o que aconteceu
Garota da minha TV.

Ontem não sei porque nada mudou
Foi melhor assim em todos os meus erros
Eu só queria não se quem sou
Ontem eu percebi o que eu fiz!

Marcelo Cardoso Nascimento.

Ódio canalizado

Queria não me sentir só
Procurando em mim uma direção
Procurando na vida longe do tempo
Dentro de uma decisão.

Mas ao voltar no tempo
Eu sinto ódio sim
Mas não quero fugir do abismo
Pois não cai e vi.

Que isso pode ser uma virtude
Por mais que seja mal pode ser uma vontade no
coração daquele que sabe onde
usar este sentimento!

Quem nunca te magoou?
Não queira sentir que tudo
Vai terminar ou que já passou
O que sinto em meu pequeno imo.

Marcelo Cardoso Nascimento.

Sorriso na cara

Eu não queria ser um ponto falio
Mas me senti assim por um minuto
Tem hora que e melhor deixar o tempo
Passar como ideias que são puro finito.

Já passaram e moreram
Facilmente não vejo por aqui
A verdade que me acordaram
E a que o mundo da voltas por aqui.

Quebro todo meu mundo e decubro
Que tudo foi ilusão além de nós dois
Pois já não me resta mais desejo
Manhãs tardes e noites.

Desisti de tentar mais uma vez
Tudo que poderia alcançar
Será que é tarde pra poder viver?
Não quero mais relembrar.

Marcelo Cardoso Nascimento.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Castelos de vidro

Meu Castelo de vidro cedeu
Junto a areia do mar ele se foi
Tudo com o que eu sonhei faleceu
Agora só destrossos que o tempo corroi.

Ser somente uma sombra do que restou
Ver pequenos feixes de luz
Entrarem pelas arestas sobre o que ficou
Iluminando o vazio salão da Cruz.

Meu Castelo de vidro sua alma perdeu
Agora em ruínas e apenas uma lembrança que já ruiu
Deixando mais uma vida.

Agora eu olho para o teto e só vejo estrelas tão distantes de mim
Onde não sinto as paredes do tempo
Mas sinto um vazio dentro de mim.

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Carolina Belmiro

Eu juro que tentei
Eu jamais quis deixar
De te dizer o tanto que pelejei
Mas não posso deixar de falar.

Eu sei que está noite não
Será nossa última vida
Mas quero que seja a nossa paixão
O caminho que devo seguir na estrada.

Eu tentei esconder a tua beleza
Mas não tive escolha em mim
De todas as formas observa-lá
Eu só queria você em fim.

Eu digo que tentei como
Não consegui de sua extrema
Beleza fugir por um só segundo
Eu me entrego em tua alma!

Marcelo Cardoso Nascimento.

sábado, 23 de janeiro de 2016

Lets' go

Sei que foi de mais poder te conhecer
Tudo foi rápido em começar
Sei que não fui um dia amanhecer
Tentei não mais me emportar.

Tentei achar onde errei com você
Mas não sei mais o que fazer
Não podemos mais nós entender
Pois te perguntei e você não soube responder.

Eu tive toda aposta e certeza
Em tudo que eu sonhei
Mas veio a decepção em forma de tristeza
Em muitas vezes eu pensei.

No que eu não pude fazer por você
Me senti um lixo na calçada
Quem disse que é melhor esquecer
Mas sei que com você nunca vou me entender.

Marcelo Cardoso Nascimento.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Uma noite

Com passar de um tempo
As alegrias passam por mim
Ressoando em um simples
Olhar tímido os mais
Lindos sorrisos capaz de
Inebriar toda minha alma
Norteando todo meu pungente
Amanhecer em meio a
Brisa mais bela que sopra
Escrevendo no vento as
Linhas mais finas de uma
Mulher que no seu rosto
Irradia beleza e felicidade
Rescrevendo no meu sorriso
O desejo de ser eterno!

Marcelo Cardoso Nascimento.

sábado, 16 de janeiro de 2016

Reason

Eu queria poder lhe dizer
A longa verdade escondida
Toda vez que me lembro de você
Eu jamais pude dizer sobre nossa vida.

Eu fui cruel em não dizer-te
O motivo real do fim
Pois deixei a razão enganar-me
Escondendo a verdade de mim.

Mas no ardor de todo amor
Eu compreendo que por um tempo
O fim não será uma eterna dor
Pois após o fim vem o recomeço.

Desculpe se quebrantei seu coração
Mas eu tenho um motivo pra deixar-te
Doloroso argumento da razão
No qual deixei possuir-me.

Marcelo Cardoso Nascimento.

Distorcidas

Sempre seria inconsciente
Independente se sobreviva
Ou torna-se demente
Conscientemente atônita
Lembranças do futuro
Distorcidas no passado
Um longo distúrbio
Inconsistente desejo
De eternizar-se ao vento!

Marcelo Cardoso Nascimento.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Broken Wings

Nas Luzes eu vejo a chuva
Caindo com o ar todo tempo
Sinto as gotas tocarem minha
Pele rasgando meu peito.

E quando olho para o céu escuro
Eu vejo mil anjos a chorar
A perda de suas asas em luto
Com lágrimas a derramar.

Será sempre assim?
A vida recomeçar em queda
Como se fosse o fim
Uma tempestade virtuosa.

Somente o tempo poderá dizer
Quais cicatrizes ainda vão ficar
Visíveis ao toque de um ser
Pra sempre em um olhar.

Marcelo Cardoso Nascimento.

domingo, 10 de janeiro de 2016

Wanderful world

Sigo meu caminho pela velha estrada
Paro nos sinais ouvindo meu rock
Olho pro lado bom da vida
E para o lado escuro puro punk.

Não vejo sentidos onde sigo
Não vejo destinos no caminho
Sigo apenas o cheiro amargo
Que na vida me diz algo vergonhoso.

Eu não enxergo nessa escuridão as estrelas
Eu não posso toca-lás de tão distante
Como posso não enxergar minha bela
Estrela sobre tudo brilhante?

Pensando sempre onde vou chegar
Por essa estrada que olho pro céu
Querendo tocar minha estrela a brilhar
Mas é cada passo que dou a distância só me leva ao léu!

Eu jamais poderei deixar que meu caminho se apague por falta do teu brilho!

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Maracatu

Vento que se vai ao Sul
Anda onde eu jamais pisei
Nessa terra de ciranda
Entre ventre de passos
Sussurantes clarins de triângulo
Suítes de sertão vertente
A felicidade em pessoa tem nome.

Fervor fundido em suor
Este ser eloqüente
Retirado do aço com louvor
Registrando na sanfona
Em plano Sol sua beleza
Indiscreta como música
Ressoante como timbre do sertão
A liberdade de todo ser!

Sempre terá sua vida
Independente das feridas
Levantando ao sol
Várias glórias rodadas
Ao dizer forró mulher!

Uma homenagem a uma amiga.

Marcelo Cardoso Nascimento.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Uma gota

Feche seus olhos anjo
Enquanto você não sai desta queda
Deixe que sua ressurreição
Seja sua nova vida.

Abra suas asas e plaine sobre o ar
Suba novamente ao céus
Não deixe minha escuridão te levar
Mais uma vez ao inferno.

Anjo olhe o tempo ja está acabando
As gotas que caiem da ampulheta
Derramam todas as lágrimas do peito
Onde não sinto mais meu coração pulsar.

Feche seus olhos e se imagine
livre de toda escuridão amarga
Pois o tempo que você teve
Já se foi e só lhe resta uma gota.

Marcelo Cardoso Nascimento.

sábado, 28 de novembro de 2015

Fecho meus olhos

Novas emoções eu já não sinto
Dentro do meu peito só resta a dor
Que queima todo sangue viscoso
Mesmo que eu corra de pavor.

Eu jamais saberia para onde ir
Só não desejo estar aqui preso
Dentro de mim mesmo e fingir
Que nada e verdadeiro.

Eu ja não durmo algum tempo
Abro meus olhos para mais uma chance
Tentando não acabar dentro
De um buraco cheio de sangue.

Procurando por algo aqui
Dentro que me lembre todos
Os sentidos de existir
Ou que possa fechar meus olhos.

Marcelo Cardoso Nascimento.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Ausência

Luzes quase por se apagar
Em noite escura sussurrante
Eu sinto toda ausência do ar
Sufocando todo desejo indecente.

Parem as chamas que consomem
A luz do céu negro e brilhante
Parem as chamas que consomem
Meu coração sem luz está noite.

Dai-me um copo de sua vodka
Tenho que beber a eternidade
Para que tudo desta noite não seja
Morta dentro do vazio presente.

Não quero sobreviver sem a luz
Mas sinto que a escuridão me chama
Para sua vazia e pesada cruz
Entanto toda minha vida se esvazia.

Marcelo Cardoso Nascimento.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Prelúdio de um jardim

Dias se vão como plumas
Ao longe voam sem parar
Não sabe se ao certo está
Interpretando de sua leveza
És seu caminho de paz
Linda esvoaçante negro
Luz que aqui se pôs
Em prelúdio com o alvorecer.

Florecendo o campo de
Rosas com um sorriso és
Olhar tímido que segue
Iluminando todo jardim
Subistituindo tristezas em flor.

Marcelo Cardoso Nascimento.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Fraco!

Eu não sei o que e sentir dor,
Mas a vida e cruel com todo meu pensar.
Eu nunca pensei que tudo fosse nada por,
Ser só um nada.

Eu posso sentir toda dor do mundo,
Mas ela e superável quando eu senti a verdadeira dor.
E nada vai fazer-me sentir como águas do pó,
Eu não queria derrama-lás mas as vejo ir em ardor.

Tudo que eu senti foi quebrado com o tempo,
Tudo que eu pensei foi perdido.
Simplesmente violento,
Foi tudo que tive inutilmente sentido!

Mas na verdade nunca foi assim,
Me sinto como um fantasma nesta vida.
Queria que eu nunca tivesse existido no fim,
De nossas vidas que deixei fugir em uma verdade!

Marcelo Cardoso Nascimento.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Viúva Prisão

Por dentro um cheiro podre fétido
Arrogante viúva morta.
Por fora um lindo rosto veludo
Elegante exalar de vaidade.

Segue um caminho inquieto
De serpentes e venenos indigestos.
Sorridentes de Branco os sentidos
Involuntários no obscuro gemido.

Viúva fenecida ainda bate aqui dentro
E não me deixa mais sair da prisão.
Donzela de vento que me leva do tempo
Foge de mim como um tufão.

Por dentro um espécie de amor,
Pôr fora todo sentido nulo.
Todo sorriso com rancor,
Por dentro todo simples vazio.

Marcelo Cardoso Nascimento.

domingo, 23 de agosto de 2015

Encontro

Será que o tempo poderá me conceder
A sabedoria de me conhecer de verdade
De meus pensamentos estancar dentre
Todas as cicatrizes que não deixei transparecer.

Sei que o pior perdão não é aquele que você me deu
Será o que eu tenho que ter na verdade
Todo o perdão que poderei conceder a mim mesmo
Ate o dia que eu me encontrar novamente.

Mas do tempo eu tenho um coração
Machucado olhando para as portas do céu
Definhando minha mente dentro dessa devassidão
O mais puro branco vazio meu.

No dia que tudo isso acabar
Poderei dizer que me encontrei
E poder enxergar novamente o olhar
Que a muito perdi em meu ser.

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Concreto!

Vejo pela janela meu braço magro e minha mão cansada
Minha sede de liberdade meu descanso calejado longe do mundo em um lugar só é feliz.  Não penso muito em luxos, mas quero paz de espírito, desejo remover sentimentos entre as entranhas do meu ser,
Que o mal as leve para outro lugar, todo ódio que aqui se deposita,
E o que penso pra reencontrar a paz apenas levar um livro, um caderno e uma caneta esse seria o sonho perfeito viver distante em um lugar
Onde os olhos jamais viram beleza intocada. Eu não quero muito só quero meu lugar perto de Deus mesmo que isso signifique solidão,
Quero a paz que a muito eu perdi e não sinto mais e parte dela eu já consegui buscar...

Marcelo Cardoso Nascimento.