quinta-feira, 5 de junho de 2014

Cismas

No teu pequenino olhar
Eu encontro a admiração
Abaixo meu olhar em vergonha
Da tua bela demonstração.

Gesto simples de afeição
Todos os dias que lhe vejo
Sinto mais perto da emoção
E mais longe do sofrimento.

E de novo vejo seu olhar
E de novo beijo seu pensar
E Quando lhe vejo devanear
Percebo que sou eu a te olhar

E quando encontro lagrimas
Ao ver-te esconder o rosto
Mas de novo me vejo nas cismas
Do teu singelo sorriso.

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Inconstância

Não sei se estou cansado ou se já cheguei ao fim da vida
Mas olho tudo que já fiz, será que vivi pela metade
Ou simplesmente não vivi nem a metade do carma?
Vendo tudo que hoje sou, só vejo um entrave.
Mas será que sou quem eu quero ser?
Tudo que os meus olhos enxergam e beleza
Tudo que meu coração sente são uivos
Estertores desfocados almejando saída
Será que um dia vou ser livre dos meus pensamentos?
Percebo que fiz tudo que foi errado
E onde desamparei minha alma?
Não senti o gosto do amor que eu queria sentir
Nem mesmo pude tentar fingir
Que eu fui amado por alguém,
Mas do que adianta dizer se nada vai mudar?
Quanto vejo a noite cair e mais um dia passar
Vou me deitar sem ter feito nada para mudar,
E quando o dia começa a despontar sinto
Uma vontade imensa de me afogar
Em toda aflição que sinto,
Em morrer por falta de opção!

Marcelo Cardoso Nascimento.

domingo, 25 de maio de 2014

Chuva de pétalas

Hipnotizado pela tua trilha sonora
Entendo o sentido do teu sorriso
Livre como a rosa única
Oscilante como brisa no inverno
Índice eloquente da alegria
Seu sorrir esplendoroso
Ao despertar na doce manhã.

Sobrepujas a cada dia
Teu intenso sentimento
Entre os buquês rosados
Flores que gosta tanto
Amor que se leva
Na folha de uma carta
Yes affirm your shine!

Neste meu pequeno dizer
Então deixo o vento
Voar com as estrelas do céu
E ás colocar no teu meigo olhar
Sintetizando na tinta que se vai.

Quando teu perfume ecoa
Uma chuva vermelha cai
Em pequenas pétalas
Inebriando os sorrisos
Rosados ao ver-te
O pequeno frasco da literatura
Zelando o amor que tens...

Marcelo Cardoso Nascimento.

Minha casa

Minha casa linda a noite
Obscura, sombria, insurta
Triste, vazia e fria no presente
Sem raios amarelos dentre a mata.

Pela porta de aço aberta
Vem tocar o chão o luar
Cinza como lagrima
Só pestanejando o seu entoar.

Na solidão de um chão
Vazio sem pisoteios
Esta minha casa de escuridão
Que sente falta dos gargalhei-os

Bela inocente ruptura
Como quintal de lapides
Esta minha casa grandiosa
Na qual descanso meu nome.

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Deborah Cristina

Even I can touch the air,
I would not live without you rejoice
I know not breathe amid the white snow
Because all my happiness has a name
She shines brighter than the full moon
Her to my heart, leaves me breathless.
Even I can touch the air
I could not live without you.
Because I love you?
I do not know the answer to this question.

But even I can touch the air
I want to be by your side forever,
Always and forever in your eyes
Fall in love and fall in love again
Even if I close my eyes
My heart will not stop burning for you
Even I can touch the air I would not
This joy in which Deborah love me
That's why my eyes and thy and
My smile and always will be yours ...

Marcelo Cardoso Nascimento.

sábado, 29 de março de 2014

Vacilão!

O que e seu ta guardado pois,
Eu não tenho dó da alma de um condenado.
Porque só Deus nos salva e nos julga,
Mesmo que a força seja não seja justa
Eu temo por minha conduta.
Mas esta história de um louco vagabundo
Que agiu de trairá...
Olhe na minha face e diga qual a sua postura?
Perdeu por ignorância em acreditar
Que somos todos iguais malandro!
O que e seu ta guardado por Deus!
Não preciso derramar o sangue imundo
Que corre em tuas veias falhas vacilão!
Essa e minha única declaração...

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 17 de março de 2014

O que acontece hoje?

Mesmo que eu não saiba como viver sem a carne do teu Corpo, eu penso que jamais serei capaz de lhe sorrir.
Mas também quero um céu,
Nas condições que eu nunca teria pra reagir.

Como eu queria uma resposta,
Para que tudo fosse fácil para ambos.
Mesmo no desespero eu não quero te afogar em lagrimas,
Mas eu tenho pesadelos contínuos.

Ei meu amor! O que acontece hoje?
Ou amanhã quando tudo não ser o que pensei.
Eu não sei outro jeito de ser perfeito como você,
Pois você e tudo com que sonhei...

Eu não quero mais dormir,
Pelo medo de te perder eu já sei o que dói aqui dentro.
Eu só quero te fazer sorrir,
Sem perder aquilo que me deixa tranquilo!

Marcelo Cardoso Nascimento.



quinta-feira, 6 de março de 2014

Seis meses

Um caminho difícil a ser percorrido,
E no final deste caminho eu enxergo o fim.
Um caminho cheio de espinhos,
Que eu quase não intendo o porquê de ser assim.

Meu coração me diz que sim,
Mais minha mente se nega acreditar.
Que no fim deste seis meses terá um fim,
No qual eu sei que está a me esperar.

Eu me sinto muito confuso, assustado,
Com meu futuro a prova eu vou pensando.
Ao mesmo tempo que sinto-me triste por alguns fatos,
Percebo que jamais fui capaz de lhe dizer o que sinto.

Sei que será um mar de sacrifícios,
Seria eu capaz de aceita-los?
No fim deste caminho eu já não vejo mais meus sonhos,
Mas sim uma nova vida na qual eu não sei se sou capaz de vive-la!

Marcelo Cardoso Nascimento.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Não me faça sofrer

Eu devo ser um menino,
Por ser ingênuo por ainda não acreditar.
Em teus sentimentos,
Eu não vejo a lua brilhar.

Sei que e complicado pra você,
Demonstrar qualquer amor ou significativas.
Mas isso só me faz sofrer,
Porque eu te amo de mais mesmo que não haja justificativas.

Para esse sentimento que tenho,
Eu realmente te amo!
Não pergunte porque eu sofro,
Quando você não me atende, e o mesmo quando eu morro.

Por favor... mesmo que você vá embora,
Deixe que o tempo me corroa.
Não me destrua por sua simples beleza,
Pois eu não suportaria toda dor que já me atordoa!

Marcelo Cardoso Nascimento.

domingo, 20 de outubro de 2013

La Bruja Jully

Cada bruja tiene su belleza
Ya sea en la guerra o en el dolor
Ella puede ser loco o equivocada
Pero todavía tiene su belleza.

Su belleza y incogta,
A medida que su mirada oscura.
Donde nadie sabe su historia
Negro o transparente vivieron en el pasado.

Pero la bruja y la bruja que va,
La mosca en su escoba voladora.
Sin embargo, la distancia es desvai,
Maneras avergonzados por un páramo.

Aun siendo una bruja y su dulce,
Cuenta con una discreta sonrisa.
Y de hecho una hermosa incognata,
Sigue siendo una bruja hermosa y oscura sonrisa!

Marcelo Cardoso Nascimento.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

When The Angels Die

I do not get to be loneliness,
When I see many possibilities to be happy
But it seems that the devastation of the angels
Do not bring me more inspiration some
And when I remember your shut-eye
I feel the loneliness in the time it was.
Your body warm to cool in my hands,
I understand the loneliness.

I know that the angels might die,
And so I feel disappointment
The sorrow in your eyes when they
Close forever.

I just wanted to understand the pain of sin,
Because you took my life
Why did you take her?
I did not sleep much dreaming
With whole life I have not seen you have.
So because you went away.

I know that the angels might die,
And so I feel disappointment
The sorrow in your eyes when they
Close forever.

I do not get to be loneliness,
When I see many possibilities to be happy!

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Estação

Quanto tempo eu perdi aqui?
Vendo a vida passar sobre trilhos.
Enquanto eu observará a lua entre nuvens ali,
Eu pensei que tudo poderia ser melhor.

Como se toda idéia infundamentada eu pudesse concretizar,
Como se toda falta de realidade fizesse sentido.
Como se o despercebível fosse me cicatrizar,
Como se a tua alegria em mim fizesse um sorriso.

Só então eu percebo que nada passa de mentiras,
Que são apenas peças pregadas pela razão.
Acreditando que se pode doar lagrimas,
E dar risadas sem inspiração.

Quando vejo a vida passar sobre trilhos,
E o meu tempo estagnar.
Vejo quanto tempo perdi preso em motivos,
Que não fosse o meu próprio modo de pensar!

Marcelo Cardoso Nascimento.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Miscigenação

O encontro de etnias e desejos,
Liberdade de se amar verdadeiramente.
E o direito de fantasiar-se com os filhos,
E amar quem seja independente do tom de pele.

Miscigenação e perceber em um abraço,
Que o preconceito não e nada perto do carinho.
Que sorrisos mútuos podem destruir qualquer desprezo,
Que amor ao próximo e essencial para o respeito.

Equivaler-se do momento correto para sorrir,
Deixando que todo preconceito caia quando o coração,
Não aguentar-se de calor e agir.
Ignorando todos os olhares condenados pela ilusão!

Assim tornando momentos em memórias,
Carinho em atos de amor inigualável.
A vida em belas histórias,
E o respeito, carinho, amor e amizade transmutado em algo inabalável!

Marcelo Cardoso Nascimento.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Desculpas e culpas

Perdoa-me por tudo enquanto tu decepcionas-te,
Sei que e impossível compreender a razão de tudo.
Mas eu não tinha desejo de unir-me ao seu sangue,
Como uma história como um legado.

E com isso cresci da forma mais dura possível,
Derrubando todo o meu orgulho por chão.
Tornando alguém mais passível,
De culpas e de toda desilusão que plantei com paixão.

Desculpe-me e só o que vou conseguir dizer,
Sei que não poder reparar a cicatriz que deixei.
Desculpe-me não era meu direito te deixar viver,
Nesta minha mentira, nesta vida onde me afoguei.

Por isso te deixei ir, sem pretensão de voltar atrás,
Para buscar tudo que te disse naquela noite.
Sei que a culpa e minha por tudo isso e te peço desculpas,
Então a desejo-lhe algo melhor que a minha vida de açoite!

Marcelo Cardoso Nascimento.

domingo, 28 de outubro de 2012

A praça

A praça que me passeiam pessoas,
Que me encontram valores.
Onde mora a alegria e tristeza,
De alguma vida de temores.

Todo caminho meu e atravessado, conversado,
E todo provérbio e de banquinho seu.
Por que eu não, jamais escrevo,
Apenas sintetizo nas árvores os sorrisos teus.

Os fonemas e historias que tenho,
São grandes, pequenas e varias.
É como ser a um lamento,
Eu temo por minhas avarias.

E em fim de um extremo a outro que tem,
Na noite enobrecida e vazia.
O silêncio do que si diz ninguém,
Como uma praça esquecida e insurta.

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

loneliness

Sometimes I'm just tired of all
Sometimes I feel crazy.
Sometimes I can not see anything more,
Sometimes it seems that I am blind.

Sometimes I just wanted to be happy,
Sometimes I could never be for you.
The cure for your scar,
And it got me away from you.

Today I realize how much this world and banal,
Ace that people just want their own carnal pleasure.
That does not interest me anymore, because with you,
I learned that and not only that life has to offer.

Sometimes just miss something that I have,
And try to find him desperately
Inside an empty jar heartless.
It saddens me bitterly.

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Quem sou?

Minhas idéias absurdas,
Acalmam meu ser indecifrável,
Raivoso, cansado das pessoas.
Com indecisões nos olhos
E quem sou eu mesmo?
Louco por acreditar,
Ou racionalista por discordar!

Cicatrizes que me acompanham,
Aonde eu vá. ...
Raciocínios irrisórios e lúcidos,
Disto tiro idéias, palavras e as sobrepujo,
Onde? Em papel carta.
Sempre apaixonado e decepcionado,
Obvio não amei todas apenas duas...

Nisso tudo ainda não sei,
A alma que tenho se e pura ou. ...
Sombria como,
Chuva, tempestade indomável.
Introspectivamente inquieto,
Mas calmo por fora,
Em estado de choque atônito!
Na vida que és só minha
Tormento? Não e uma decisão,
O que desejo fazer com meu coração!

Marcelo Cardoso Nascimento.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Peace

Todo tempo que te amei,
Descuide-me em um caminho perigoso.
Não quero dizer que um dia chorei,
Mas foi verdade esse meu alento.

Errei em acreditar que seria fácil,
Em manter tudo do meu modo.
E quando acabou a dor foi insustentável,
Então fui para o outro lado.

Hoje com essa ferida parcialmente cicatrizada,
Arrisco mais uma vez tela em minha vida.
Só que desta vez não da forma que eu desejava,
E sim da forma como tu almejas.

Sei que com os erros que cometi eu aprendi,
A não mais correr á frente do tempo!
E com meus erros me arrependi,
Por ter feito tudo errado...

Marcelo Cardoso Nascimento.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O que está acontecendo?

Que coisa louca, estranha,
Sentir uma atração irracional.
Pela tua pele e boca,
Como uma força sobrenatural.

Porque teu cheiro me desperta,
Teu corpo me distrai.
A tua mente me liberta,
O teu jeito me atrai.

A tua loucura me parece,
Com tudo que vivo.
E mostra tudo que me transparece,
Consigo mesmo.

Você completa meu instinto,
Livra-me do medo ao arriscar.
Não quero brincar com o destino,
Mas com você eu não posso errar...

Marcelo Cardoso Nascimento.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Sentimento duvidoso

A pior dor do coração e amar,
Ser amado por outro coração.
E ouvir que eu confundi os sentimentos,
Que o meu amor foi enganado!

Hoje a dor que sinto e maior que qualquer arranha céu,
Mas não te quero ver sofrer.
Por que toda dor e minha e todo sentimento único e meu,
mesmo sabendo que vou sofrer muito mais que você.

Deixo nas aparências um sorriso estampado,
Que levo comigo para que não perceba.
O quanto e a dor aqui dentro do meu peito,
Esmiucado em sobras.

Mas nem toda palavra descrita aqui,
Será capaz de descrever o que sinto.
Então conto com os dias a seguir,
o meu destino ser completo!

Marcelo Cardoso Nascimento.