Uma criança de beleza incomparável...
Uma menina de aparência alegre...
Uma moça de pensamentos próprios...
Uma estrela do céu...
Tauanne tive sorte quando a roubei do céu!
Pode não parecer, mas tem uma beleza incapaz de ser comparada.
Desde então quando a vejo,
Sinto um arrepio seu!
Ao beijar esses lábios que agora são meus...
Uma criança...
Uma menina...
Uma moça...
De gestos singulares e perfeito sorriso.
Tive sorte quando a vi sorrir na entrada do céu,
Olhando os meros mortais que por ali passavam.
Tive sorte por ser o escolhido teu!
Marcelo Cardoso Nascimento.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Não sei me expressar sobre isso!
Esquece! Por que o que ficou para trás,
Não vai te fazer feliz agora.
Você mudou em relação há um tempo atrás.
E continua mudando da mesma forma?
Há um tempo você era outra pessoa,
Mudou para melhor.
Pensei que eu estava somando coisas boas a tua vida,
Mas parece que eu não sou capaz, e isso e pior.
Porque estamos assim?
Vivendo nesse turbilhão de magoas e rancores,
Sentimentos e explosões como se fosse um fim.
De tudo que nos traz os nossos senhores.
Sei que não quero te magoar mais,
Desculpa por te magoado.
Mas nossos pensamos não são mais iguais.
E agora só sei que nada sei a seu respeito!
Marcelo Cardoso Nascimento.
Não vai te fazer feliz agora.
Você mudou em relação há um tempo atrás.
E continua mudando da mesma forma?
Há um tempo você era outra pessoa,
Mudou para melhor.
Pensei que eu estava somando coisas boas a tua vida,
Mas parece que eu não sou capaz, e isso e pior.
Porque estamos assim?
Vivendo nesse turbilhão de magoas e rancores,
Sentimentos e explosões como se fosse um fim.
De tudo que nos traz os nossos senhores.
Sei que não quero te magoar mais,
Desculpa por te magoado.
Mas nossos pensamos não são mais iguais.
E agora só sei que nada sei a seu respeito!
Marcelo Cardoso Nascimento.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Atiro-me para ás estrelas!
Todas ás vezes que relembro-me,
Atiro-me para ás estrelas.
Tentando te encontrar rapidamente,
Como o raio e ás trovoadas.
Mas elas vem a mim,
Como pingos de chuva.
Recordando assim,
Da estrela abrilhantada.
Atiro-me no infinito do universo olhar,
Perdendo o oxigênio.
Atordoado no espaço a flutuar,
Procurando-te no pensamento.
Mas tudo tem um sentido,
Dessa procura na saudade.
É para não esquecer-me do teu imo,
Quando eu te encontrar de verdade.
Marcelo Cardoso Nascimento.
Atiro-me para ás estrelas.
Tentando te encontrar rapidamente,
Como o raio e ás trovoadas.
Mas elas vem a mim,
Como pingos de chuva.
Recordando assim,
Da estrela abrilhantada.
Atiro-me no infinito do universo olhar,
Perdendo o oxigênio.
Atordoado no espaço a flutuar,
Procurando-te no pensamento.
Mas tudo tem um sentido,
Dessa procura na saudade.
É para não esquecer-me do teu imo,
Quando eu te encontrar de verdade.
Marcelo Cardoso Nascimento.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
A tua distração me machuca
A tua distração me machuca nas coisas não ditas,
Ás vezes penso se isso e de propósito,
A tua distração me machuca nas aparências indefinidas,
Acontecendo com freqüência dia a pós dia.
A tua distração me machuca no que não tenho como verdade,
Deixando uma vida inteira de timidez para traz.
A tua distração me machuca na carne do meu corpo.
Tentando simplesmente adequar-se a tudo, e todos.
A tua distração me machuca nos atritos dos dias,
Só então percebo que tudo isso e involuntário.
Marcelo Cardoso Nascimento.
Ás vezes penso se isso e de propósito,
A tua distração me machuca nas aparências indefinidas,
Acontecendo com freqüência dia a pós dia.
A tua distração me machuca no que não tenho como verdade,
Deixando uma vida inteira de timidez para traz.
A tua distração me machuca na carne do meu corpo.
Tentando simplesmente adequar-se a tudo, e todos.
A tua distração me machuca nos atritos dos dias,
Só então percebo que tudo isso e involuntário.
Marcelo Cardoso Nascimento.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Uma verdade cruel
Quando você me contou,
Meu mundo desabou, meu céu azul logo nublou!
Até no meu jardim nevou,
Pois por um momento, eu vi tudo o que aconteceu.
Chorei toda noite sombria da solidão,
Minhas lágrimas se tornaram como neve.
Pois nenhuma dor e tão grande como uma reprovação,
Que um pai protetor deseje.
Como poderei conviver mais uma vez,
Com essa dor?
Eu só não quero dizer adeus outra vez,
Pois e profundo enraizado o meu amor.
Sei que vou sofrer com essa dor,
Mais quero que meu amor fale mais alto.
E silenciosamente vou levar está consternação no peito,
Deste meu sofrido desprezo.
Marcelo Cardoso Nascimento.
Meu mundo desabou, meu céu azul logo nublou!
Até no meu jardim nevou,
Pois por um momento, eu vi tudo o que aconteceu.
Chorei toda noite sombria da solidão,
Minhas lágrimas se tornaram como neve.
Pois nenhuma dor e tão grande como uma reprovação,
Que um pai protetor deseje.
Como poderei conviver mais uma vez,
Com essa dor?
Eu só não quero dizer adeus outra vez,
Pois e profundo enraizado o meu amor.
Sei que vou sofrer com essa dor,
Mais quero que meu amor fale mais alto.
E silenciosamente vou levar está consternação no peito,
Deste meu sofrido desprezo.
Marcelo Cardoso Nascimento.
sábado, 29 de maio de 2010
Regressa a mim
Regressem para meu peito,
Tudo que arrancado-me foi.
Pois sinto falta do talento,
Que aqui não se destroi.
Vota a ira do tempo sem razão,
Para que eu tenha cautela nas estrelas.
De um coração sem decisão,
Eram todas minhas as constelações de palavras.
Sinto falta da responsabilidade do meu pensar,
Por que hoje lanço minha sorte ao céu.
Para que nenhum mal eu tenha de pesar,
No regresso de minh'alma ao eu.
Marcelo Cardoso Nascimento
Tudo que arrancado-me foi.
Pois sinto falta do talento,
Que aqui não se destroi.
Vota a ira do tempo sem razão,
Para que eu tenha cautela nas estrelas.
De um coração sem decisão,
Eram todas minhas as constelações de palavras.
Sinto falta da responsabilidade do meu pensar,
Por que hoje lanço minha sorte ao céu.
Para que nenhum mal eu tenha de pesar,
No regresso de minh'alma ao eu.
Marcelo Cardoso Nascimento
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Por que
Por que?
Esse meu ciume.
Por que?
Me pergunto hoje.
Por que?
Eu não aceito as coisas como são.
Por que?
Eu não consigo livrar-me dessa ilusão.
Por que?
Não deixo acontecer por ai.
Por que?
Não deixo que eles vivam um dia.
Por que?
Se eu soubesse as respostas.
Por que?
Não estaria a esmo nestas palavras.
Por que’s?
Marcelo Cardoso Nascimento.
Esse meu ciume.
Por que?
Me pergunto hoje.
Por que?
Eu não aceito as coisas como são.
Por que?
Eu não consigo livrar-me dessa ilusão.
Por que?
Não deixo acontecer por ai.
Por que?
Não deixo que eles vivam um dia.
Por que?
Se eu soubesse as respostas.
Por que?
Não estaria a esmo nestas palavras.
Por que’s?
Marcelo Cardoso Nascimento.
Tudo que quero para nós
Deixe seu medo de lado,
Viva comigo um futuro único.
Deixe que de você eu cuide,
Dentro do meu sentimento.
Só quero te fazer feliz o bastante,
Para ver teu sorriso brilhar.
Não importo-me com meus sonhos o suficiente,
Só para que os teus sonhos possam se realizar.
O meu maior prazer e ver-te sempre sorrir,
Mesmo que incapaz eu seja ao rir também.
Mesmo nos momentos de esmo eu venha me ferir,
Estarei sempre protegendo você aqui meu bem.
Não quero que se vá pelo caminho sozinha,
Enfrentando os teus medos só.
Quero que eles se tornem parte da minha vida,
Para que os teus próprios medos virem pó.
Deixe que de você eu cuide,
Para todo sempre...
Não quero que se vá de repente,
Para longe de meu ser...
Marcelo Cardoso Nascimento.
Viva comigo um futuro único.
Deixe que de você eu cuide,
Dentro do meu sentimento.
Só quero te fazer feliz o bastante,
Para ver teu sorriso brilhar.
Não importo-me com meus sonhos o suficiente,
Só para que os teus sonhos possam se realizar.
O meu maior prazer e ver-te sempre sorrir,
Mesmo que incapaz eu seja ao rir também.
Mesmo nos momentos de esmo eu venha me ferir,
Estarei sempre protegendo você aqui meu bem.
Não quero que se vá pelo caminho sozinha,
Enfrentando os teus medos só.
Quero que eles se tornem parte da minha vida,
Para que os teus próprios medos virem pó.
Deixe que de você eu cuide,
Para todo sempre...
Não quero que se vá de repente,
Para longe de meu ser...
Marcelo Cardoso Nascimento.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Sedentos desejos
Desenhando o seu corpo no meu olhar instigado de desejo.
Perjuro no teus braços que não toco, só devoro com os labios.
Desejo todos os teus olhares, todas as curvas do teu corpo em um so minuto,
onde tenho sedendentos prazeres ao anoitecer...
Sedentos desejos de loucura e devorar você mesmo ao longe,
quando a saudade aperta na minha mão vazia...
Marcelo Cardoso NAscimento.
Perjuro no teus braços que não toco, só devoro com os labios.
Desejo todos os teus olhares, todas as curvas do teu corpo em um so minuto,
onde tenho sedendentos prazeres ao anoitecer...
Sedentos desejos de loucura e devorar você mesmo ao longe,
quando a saudade aperta na minha mão vazia...
Marcelo Cardoso NAscimento.
domingo, 21 de junho de 2009
Queria eu poder chorar!
Queria eu poder chorar,
Apenas sentir a dor que você sente.
Comover-me com o teu olhar,
Apenas sentir-me presente.
Queria eu poder ajudar-te,
E levar os teus problemas para mim.
Aliviando os teus olhares tristes,
Trazendo a ti um doce fim.
Triste estou por não poder contigo chorar,
Por que, lagrimas eu não tenho mais a colher.
Penso na lagrima que cai do teu falar,
E arrependo-me mais por te fazer sofrer.
Assim caminho rumo ao triste penhasco dos teus pensamentos,
Tornando minhas as tuas lagrimas.
Tornado meus os teus problemas escondidos,
Chorando só sem lagrimas.
Marcelo Cardoso Nascimento.
Apenas sentir a dor que você sente.
Comover-me com o teu olhar,
Apenas sentir-me presente.
Queria eu poder ajudar-te,
E levar os teus problemas para mim.
Aliviando os teus olhares tristes,
Trazendo a ti um doce fim.
Triste estou por não poder contigo chorar,
Por que, lagrimas eu não tenho mais a colher.
Penso na lagrima que cai do teu falar,
E arrependo-me mais por te fazer sofrer.
Assim caminho rumo ao triste penhasco dos teus pensamentos,
Tornando minhas as tuas lagrimas.
Tornado meus os teus problemas escondidos,
Chorando só sem lagrimas.
Marcelo Cardoso Nascimento.
Pesadelo e Choro
Tornando suas as minhas lagrimas,
Consigo chorar com as minhas dificuldades.
Tentando ser alguém que teda carinho nas falas,
E mostrando o que eu quero e entender-te.
Mas não sou capaz de enchergar o teu mundo,
Cego sinto-me por não saber amar você.
E medo tenho por todo o meu sentimento,
Aquele que entrego de presente.
Chorei por que sonhei,
Sonhei que te perderia para sempre.
E com as minhas lagrimas em punho,
Escrevo a dor do meu pesadelo.
Por que os dias são sinzentos no inverno?
Jamais quis que fosse assim,
Traição do meu olhar indiscreto.
Não pensei que fosse assim!
Chorar por um pesadelo,
E não estar feliz do teu lado!
Te amar e não ser feliz?
Como posso entender isso?
Mas tudo tem um fim.
O nosso esta por vir,
Mas isso ainda não aconteceu,
Então entrego a ti o sentimento meu!
Marcelo Cardoso Nascimento.
Consigo chorar com as minhas dificuldades.
Tentando ser alguém que teda carinho nas falas,
E mostrando o que eu quero e entender-te.
Mas não sou capaz de enchergar o teu mundo,
Cego sinto-me por não saber amar você.
E medo tenho por todo o meu sentimento,
Aquele que entrego de presente.
Chorei por que sonhei,
Sonhei que te perderia para sempre.
E com as minhas lagrimas em punho,
Escrevo a dor do meu pesadelo.
Por que os dias são sinzentos no inverno?
Jamais quis que fosse assim,
Traição do meu olhar indiscreto.
Não pensei que fosse assim!
Chorar por um pesadelo,
E não estar feliz do teu lado!
Te amar e não ser feliz?
Como posso entender isso?
Mas tudo tem um fim.
O nosso esta por vir,
Mas isso ainda não aconteceu,
Então entrego a ti o sentimento meu!
Marcelo Cardoso Nascimento.
Queira apenas uma lagrima só!
Queria ter uma lagrima só!
Para demonstrar a dor que sinto no peito.
Por mais que fosse pequena está lagrima,
Toda a minha dor estaria viva ali!
Por que esta dor e culpa minha, inteiramente minha.
Quero muito poder chorar!
Mas não consigo por que meus rios secaram.
E amar já não sei demonstrar mais...
Podem dizer que sou dramático no que escrevo,
Mas... A verdade é está.
A dor que sinto queima o peito faz bater fraquinho o coração,
Por isso não ligo mais para rimas, estrofes e textos,
Só quero dizer o que sinto de uma forma ou outra.
Mesmo que o problema seja eu!
Gostar de você era tudo.
Desculpe!
Marcelo Cardoso Nascimento.
Para demonstrar a dor que sinto no peito.
Por mais que fosse pequena está lagrima,
Toda a minha dor estaria viva ali!
Por que esta dor e culpa minha, inteiramente minha.
Quero muito poder chorar!
Mas não consigo por que meus rios secaram.
E amar já não sei demonstrar mais...
Podem dizer que sou dramático no que escrevo,
Mas... A verdade é está.
A dor que sinto queima o peito faz bater fraquinho o coração,
Por isso não ligo mais para rimas, estrofes e textos,
Só quero dizer o que sinto de uma forma ou outra.
Mesmo que o problema seja eu!
Gostar de você era tudo.
Desculpe!
Marcelo Cardoso Nascimento.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Depoimento angustiante
oi, meu bem...
desculpe-me se não te agradei como pessoa.
desculpe-me se forcei a barra com você no primeiro encontro.
desculpe-me por ser desse meu jeito,
mas prometo que este só tem a lhe agradecer...
pois você deu-me inspiração novamente para continuar a escrever,
deu-me novos sonhos, fez-me mais serio e realista nos meus pensamentos.
admiro muito você como pessoa, e que é nesta pessoa que esta depositado alguns anseios meus.
quero muito poder levar um relacionamento serio com você mesmo sendo qual for.
Obrigado por fazer parte da minha vida por alguns dias.
e que se eu estiver errado Deus ilumine meu caminho.
Beijos...
Marcelo cardoso Nascimento.
desculpe-me se não te agradei como pessoa.
desculpe-me se forcei a barra com você no primeiro encontro.
desculpe-me por ser desse meu jeito,
mas prometo que este só tem a lhe agradecer...
pois você deu-me inspiração novamente para continuar a escrever,
deu-me novos sonhos, fez-me mais serio e realista nos meus pensamentos.
admiro muito você como pessoa, e que é nesta pessoa que esta depositado alguns anseios meus.
quero muito poder levar um relacionamento serio com você mesmo sendo qual for.
Obrigado por fazer parte da minha vida por alguns dias.
e que se eu estiver errado Deus ilumine meu caminho.
Beijos...
Marcelo cardoso Nascimento.
sexta-feira, 13 de março de 2009
A leveza do ser
Feche os olhos e tente ver
A leveza do ser,
Apenas para saber,
O quanto se pode ser feliz.
Pare e pense em ser alguém,
Que fica feliz quando á vê.
Essa e a beleza,
E a leveza do ser.
Chore e sinta o amor
Do outro, ser que também,
Chora ao ver a leveza
Do amor de teu ser.
Marcelo Cardoso Nascimento.
A leveza do ser,
Apenas para saber,
O quanto se pode ser feliz.
Pare e pense em ser alguém,
Que fica feliz quando á vê.
Essa e a beleza,
E a leveza do ser.
Chore e sinta o amor
Do outro, ser que também,
Chora ao ver a leveza
Do amor de teu ser.
Marcelo Cardoso Nascimento.
As minhas palavras estão caladas nesta ora
Deslumbramento na lagrima que cai.
Vendo no tempo abafado,
A alegria que aqui se vai.
Por causa de um vocábulo.
Faz um minuto que não choro mais.
As minhas palavras estão caladas nestas oras,
Por que a tua fala me atinge.
Nos pensamentos que amarguei outrora.
A avareza que polui o ser.
Traz o desprezo,
No teu semblante.
Onde a maldade e a beleza conjugam todo tempo.
As minhas palavras estão caladas nesta ora.
O meu coração enfraquecido neste momento,
Diz-me que chorar não e uma opção agora.
Dentre todos estes momentos.
Marcelo Cardoso Nascimento
Vendo no tempo abafado,
A alegria que aqui se vai.
Por causa de um vocábulo.
Faz um minuto que não choro mais.
As minhas palavras estão caladas nestas oras,
Por que a tua fala me atinge.
Nos pensamentos que amarguei outrora.
A avareza que polui o ser.
Traz o desprezo,
No teu semblante.
Onde a maldade e a beleza conjugam todo tempo.
As minhas palavras estão caladas nesta ora.
O meu coração enfraquecido neste momento,
Diz-me que chorar não e uma opção agora.
Dentre todos estes momentos.
Marcelo Cardoso Nascimento
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Alivio
Em minha mansão,
Cavo minha própria cova.
Por estar fazendo menção,
De minha alma rasa.
Protegendo-me do tempo,
Dentro de um caixão.
Fugindo de todo passado,
Sombrio e obscuro de minha obsessão.
E em meu velório uma lagrima irá rolar,
E uma lagrima de alivio pelo meu pesar.
Por que minha vida desamparei,
Por que meu corpo matei.
Assim, meu suicídio, velório e fim.
Entre a única lagrima a descer,
E a minha tristeza na penumbra morte do fim,
Em que de minha vida alivie-me ao anoitecer.
Marcelo Cardoso Nascimento.
Cavo minha própria cova.
Por estar fazendo menção,
De minha alma rasa.
Protegendo-me do tempo,
Dentro de um caixão.
Fugindo de todo passado,
Sombrio e obscuro de minha obsessão.
E em meu velório uma lagrima irá rolar,
E uma lagrima de alivio pelo meu pesar.
Por que minha vida desamparei,
Por que meu corpo matei.
Assim, meu suicídio, velório e fim.
Entre a única lagrima a descer,
E a minha tristeza na penumbra morte do fim,
Em que de minha vida alivie-me ao anoitecer.
Marcelo Cardoso Nascimento.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Hailey
Lembro-me de você
Do seu carinho em mim
Das tuas palavras doces
Do seu eu enfim
Recordo-me de nós
Antes de ir dormir
Que nos momentos a sós
Juntos podemos sorrir
Somente me recordo de você
À noite quando vejo as estrelas no céu
E quando em mim tenho um colapso de você
Chorando a lembrança no céu
Hoje só me recordo
Do seu lindo olhar verde
Do vermelho cabelo
Da falta que me e você
Marcelo Cardoso Nascimento.
Do seu carinho em mim
Das tuas palavras doces
Do seu eu enfim
Recordo-me de nós
Antes de ir dormir
Que nos momentos a sós
Juntos podemos sorrir
Somente me recordo de você
À noite quando vejo as estrelas no céu
E quando em mim tenho um colapso de você
Chorando a lembrança no céu
Hoje só me recordo
Do seu lindo olhar verde
Do vermelho cabelo
Da falta que me e você
Marcelo Cardoso Nascimento.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
E quero ser a voz que ouvi em minha infância
Desde quando eu era criança,
Ouvia uma voz, me ninando em consciência.
Clareando os caminhos de minha infância.
Dizendo-me que não a distancia pra que eu possa te amar.
E quero ser a voz que ouvia em minha infância,
E ninar minha criança.
Em contar as nossas histórias,
Sem ver o tempo passar.
E vou dizer-te que não há distância,
Que de min possa afastar.
E segurar a tua mão pequenina,
E pra sempre te amar.
Marcelo Cardoso Nascimento.
Ouvia uma voz, me ninando em consciência.
Clareando os caminhos de minha infância.
Dizendo-me que não a distancia pra que eu possa te amar.
E quero ser a voz que ouvia em minha infância,
E ninar minha criança.
Em contar as nossas histórias,
Sem ver o tempo passar.
E vou dizer-te que não há distância,
Que de min possa afastar.
E segurar a tua mão pequenina,
E pra sempre te amar.
Marcelo Cardoso Nascimento.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Errante procura
Procurava toda perfeição,
Toda forma de amor em uma mulher.
Procurei em todos os frascos, sentidos e situações,
O verdadeiro amor, a perfeita mulher.
Percebi que errante era a minha procura,
Que todo amor, toda leveza,
Não estaria em uma simples mulher,
Ou em toda sua beleza.
Então foi que nesta procura encontrei,
O verdadeiro amor, mas não em forma de mulher.
E sim na essência da mais entristecida flor.
Foi quando eu pude sentir o teu envelhecer.
Todo o teu amor eu pude ter,
Está foi à única vez que eu sonhei sem chorar.
Pois parte desse amor eu pude ser,
E assim eu aprendi o significado amar.
Marcelo Cardoso Nascimento.
Toda forma de amor em uma mulher.
Procurei em todos os frascos, sentidos e situações,
O verdadeiro amor, a perfeita mulher.
Percebi que errante era a minha procura,
Que todo amor, toda leveza,
Não estaria em uma simples mulher,
Ou em toda sua beleza.
Então foi que nesta procura encontrei,
O verdadeiro amor, mas não em forma de mulher.
E sim na essência da mais entristecida flor.
Foi quando eu pude sentir o teu envelhecer.
Todo o teu amor eu pude ter,
Está foi à única vez que eu sonhei sem chorar.
Pois parte desse amor eu pude ser,
E assim eu aprendi o significado amar.
Marcelo Cardoso Nascimento.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Um caminho súplice
Caminho sobre minha sombra densa e calma,
E sob os pensamentos que tenho.
Para ver além do meu caminho e alma,
O simples desejo eterno.
Neste caminho sigo cauteloso,
Pensativo e otimista.
Para que eu possa desfrutar com gozo,
Todo o amor de uma vida.
Então eu aqui súplice,
Tentando conquistar você.
Vejo no caminho a minha face,
Criando coragem pra dizer lhe uma frase.
Sentindo que hoje um mundo poderá mudar,
Pelo caminho que se tornará real eu penso.
Duas vidas poderão se encontrar,
No fim do meu caminho.
Marcelo Cardoso Nascimento.
E sob os pensamentos que tenho.
Para ver além do meu caminho e alma,
O simples desejo eterno.
Neste caminho sigo cauteloso,
Pensativo e otimista.
Para que eu possa desfrutar com gozo,
Todo o amor de uma vida.
Então eu aqui súplice,
Tentando conquistar você.
Vejo no caminho a minha face,
Criando coragem pra dizer lhe uma frase.
Sentindo que hoje um mundo poderá mudar,
Pelo caminho que se tornará real eu penso.
Duas vidas poderão se encontrar,
No fim do meu caminho.
Marcelo Cardoso Nascimento.
Assinar:
Postagens (Atom)